INCAvoluntário

Lei municipal oficializa a Terapia do Riso em hospitais do Rio

A Lei nº 8.893/2025 estabelece um marco importante para a saúde pública no Rio de Janeiro ao permitir oficialmente a prática da Terapia do Riso e ações de humanização em equipamentos de saúde e casas de convivência. A nova legislação reconhece que o acolhimento lúdico auxilia no bem-estar de pacientes, acompanhantes e profissionais da área, validando o impacto positivo de atividades que buscam suavizar a rotina hospitalar. A importância da humanização no ambiente hospitalar. No INCAvoluntário, essa prática já faz parte do cotidiano por meio de parcerias com grupos de palhaçaria que percorrem as unidades do Instituto Nacional de Câncer. Grupos como Trupe Atrupalhados, Trupe Miolo Mole, Trupe Cabeça Oca, Médicos do Barulho e Sapato Velho são fundamentais nessa engrenagem, transformando corredores e enfermarias com intervenções que vão desde cortejos musicais e peças de teatro até eventos temáticos. Muitas vezes, o trabalho consiste simplesmente em caminhar pelo hospital para despertar sorrisos e oferecer um momento de escuta e leveza a quem enfrenta o tratamento oncológico. Consolidação de uma lei que garante o bem-estar A oficialização por meio da lei municipal garante que a arte e o riso caminhem lado a lado com o atendimento clínico, reforçando que o cuidado com o paciente deve ser integral. O trabalho desses voluntários ajuda a reduzir a ansiedade e fortalece os vínculos entre pacientes e a equipe de saúde, criando um ambiente mais acolhedor. Para o INCAvoluntário, a legislação é uma conquista que valoriza o esforço de todos os parceiros que dedicam tempo e talento para humanizar a assistência hospitalar no município. Seja um parceiro do INCAvoluntário. O fortalecimento das ações de humanização depende da união entre a sociedade e a instituição. Grupos artísticos e empresas que desejam contribuir com o bem-estar dos pacientes do INCA podem atuar junto ao INCAvoluntário em diversas frentes. Saiba como apoiar essa causa estabelecendo uma parceria, entre em contato e entenda como ajudar a transformar a experiência hospitalar.

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Humanização é a nova marca da pediatria do INCA após reforma

O tratamento oncológico infantil é uma jornada de resiliência, mas, a partir de agora, essa caminhada ganha contornos mais leves e coloridos no INCA. Graças à união de doadores e parceiros que transformaram um propósito comum em realidade, o Instituto entrega a reforma completa da área de recreação e do ambulatório pediátrico. A mudança é visível em cada detalhe. Onde antes havia apenas a espera, agora existe o lúdico. A sala de espera foi totalmente renovada, pensada para oferecer conforto desde o primeiro momento. A recreação infantil se tornou um refúgio de alegria, equipada com brinquedos novos, puffs aconchegantes e uma encantadora casa de boneca que promete ser o cenário de muitas histórias. Um espaço para cada fase Entendendo que o cuidado deve respeitar as diferentes idades, a nova área conta com um espaço exclusivo para os adolescentes. Com TV, videogame e mobiliário moderno, o setor oferece aos jovens um ambiente de desconexão da rotina hospitalar, preservando sua identidade e autonomia. A transformação também chegou à área assistencial. A quimioterapia foi completamente modernizada, recebendo novas cadeiras e leitos, além de uma expansão significativa no número de consultórios e no núcleo emergencial, garantindo mais agilidade e conforto técnico para os pacientes e a equipe médica. Vozes que transformam “No INCAvoluntário, acreditamos que cuidar vai muito além do tratamento clínico. Cuidar é olhar para a criança como criança, respeitando sua fase de vida, seus medos, necessidades e sonhos.” — Fernanda Vieira, Gerente-Geral do INCAvoluntário. O Diretor-Geral do INCA, Dr. Roberto Gil, também ressaltou a importância da parceria institucional: “A palavra hoje tem que ser gratidão. Gratidão ao INCAvoluntário, que faz um trabalho espetacular. Quem está nesta instituição há muito tempo, como eu, consegue ver que houve uma profissionalização e um amadurecimento que tornaram possível transformar doações em processos tão importantes como este.” Histórias que inspiram e humanizam Durante o evento de entrega do ambulatório, a madrinha do INCAvoluntário, Daniella Sarahyba, mediou uma mesa com ex-pacientes da pediatria: Mariana e Leonardo (conhecido como Leleco), que compartilharam suas trajetórias de superação. De paciente a médica Mariana, hoje com 30 anos, tratou um sarcoma de Ewing entre os 13 e 15 anos. Ela relembrou que, na época, não queria guardar lembranças do hospital, mas foi justamente ali que descobriu sua vocação. “Foi impossível não me inspirar nos profissionais incríveis que cuidaram de mim”, diz ela, que hoje é médica anestesista. “Meu tratamento foi muito mais do que quimioterapia; teve amor e acolhimento como base.” Superação através do esporte Leonardo, o Leleco, enfrentou um sarcoma no joelho aos 15 anos e precisou amputar uma das pernas. O jovem, que sonhava ser lutador de UFC, não deixou o diagnóstico interromper seus planos: hoje é professor de jiu-jitsu para mais de 70 crianças. Ele reforçou como a humanização promovida pelo INCAvoluntário foi vital: “Na salinha dos voluntários, a gente podia esquecer que estava fazendo um tratamento; não éramos resumidos apenas à doença.” Criança em Primeiro Lugar Uma criança é criança em primeiro lugar, antes de qualquer diagnóstico. O tratamento passa, mas a infância deve ser preservada. O novo espaço pediátrico do INCA é um lembrete diário para que, mesmo diante dos maiores desafios, a alegria e o cuidado podem — e devem — caminhar juntos. Este sonho sonhado junto agora pertence a cada pequeno guerreiro que passar por estas portas. Antes e Depois: A Força da Mudança

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Dia Mundial do Câncer

Com 781 mil novos casos estimados, união é o caminho para o cuidado ODia Mundial do Câncer, debatido no dia 4 de fevereiro, ganhou uma urgência ainda maior em 2026. Com a estimativa do INCA de que o Brasil registre781 mil novos casos da doença a cada ano nos próximos três anos, a data se consolida como um chamado à ação. Sob o tema “Unidos pelo Único”, a mobilização global deste ano reforça que a equidade no tratamento e a força da rede de apoio são pilares tão fundamentais para a cura quanto o próprio diagnóstico precoce. O cenário da doença para os próximos anos Os novos dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) revelam um desafio crescente para a saúde pública. Entre os tumores com maior incidência no Brasil, o câncer de pele não melanoma segue na liderança, acompanhado de perto pelos cânceres de mama e próstata. No entanto, o aumento de casos de câncer de cólon e reto acende um alerta sobre a importância de hábitos de vida saudáveis e do acompanhamento médico constante. Veja o evento do INCA sobre o Dia Mundial do Câncer 2026 A importância da rede de apoio no Dia Mundial do Câncer Nesta edição do Dia Mundial do Câncer, o foco está em reduzir as desigualdades que impedem muitos pacientes de acessar o tratamento adequado. No INCAvoluntário, entendemos que, como área social do Instituto, o acolhimento está inteiramente ligado a esse propósito. Enquanto a medicina cuida do corpo, o voluntariado cuida do social e do bem-estar de quem está em tratamento. “A prevenção e o tratamento avançam com a tecnologia, mas o suporte humano é o que sustenta o paciente nas etapas mais difíceis”, ressalta a Coordenadora de Desenvolvimento Institucional do INCAvoluntário, Bruna Rodrigues. Como agir diante dessa estimativa? Para que as estatísticas dos próximos anos comecem a recuar, a conscientização precisa se transformar em atitude prática. O combate à doença passa por três frentes essenciais: O combate ao câncer é uma jornada coletiva. Neste 4 de fevereiro, utilize a informação como ferramenta de prevenção e a solidariedade como ponte para a esperança. 

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Janeiro Branco

O cuidado de quem cuida como pilar da saúde integral no Terceiro Setor O mês de janeiro abre o calendário anual com uma provocação necessária. “Quem cuida da mente, cuida da vida”. Criada para conscientizar sobre a saúde mental, a campanha Janeiro Branco ganha contornos ainda mais urgentes em 2026. Para o terceiro setor, e especificamente para instituições que atuam na linha de frente do combate ao câncer, o tema deixa de ser apenas uma reflexão e passa a ser uma estratégia de sobrevivência e eficiência social. Janeiro Branco coloca Brasil diante do espelho Segundo dados consolidados do Ministério da Saúde e do Ministério da Previdência Social, o Brasil vive uma crise silenciosa. Em 2024, o país registrou um aumento de 68% nos afastamentos trabalhistas por transtornos mentais e comportamentais. Com cerca de 9,3% da população sofrendo de ansiedade, o Brasil lidera o ranking mundial da OMS nesse quesito. No contexto das Doenças Não Transmissíveis (DNTs), como o câncer, a saúde mental é um divisor de águas. Estudos indicam que o bem-estar emocional do paciente influencia diretamente na adesão ao tratamento e na qualidade de vida. No entanto, o Janeiro Branco 2026 traz um novo holofote: a saúde mental dos profissionais e voluntários que sustentam essa rede de apoio. O sesafio no Terceiro Setor Trabalhar em ONGs e instituições de apoio à saúde exige um alto nível de entrega emocional. O fenômeno do burnout (esgotamento profissional) tem sido uma preocupação crescente. Pesquisas recentes indicam que mais de 50% dos colaboradores do terceiro setor relatam preocupação constante com sua saúde mental, citando a sobrecarga de demandas e a carga emocional do acolhimento como principais fatores de estresse. Para o INCAvoluntário, onde o contato com a vulnerabilidade é diário, promover a saúde mental é garantir que a “corrente do bem” não se rompa. Não é possível oferecer acolhimento de qualidade se quem acolhe está exausto. O cuidado com o colaborador é o que garante a sustentabilidade da missão proposta pela instituição. Tendências para 2026. Do bem-estar à Legislação A conscientização agora vem acompanhada de obrigatoriedade. A atualização da Norma Regulamentadora 1 (NR-1) estabelece que, até maio de 2026, as organizações devem implementar mecanismos para identificar e mitigar riscos psicossociais no ambiente de trabalho. Isso inclui: Saúde mental é saúde integral A visão moderna de saúde, defendida pelo Ministério da Saúde, é a da integralidade. Isso significa entender que o corpo e a mente não funcionam em compartimentos isolados. No tratamento oncológico, o apoio emocional é parte do protocolo de cura. Neste Janeiro Branco, o INCAvoluntário reitera seu compromisso com os pacientes, familiares e com cada coração que dedica seu tempo a transformar vidas. Afinal, para mudar o mundo lá fora, é preciso primeiro estar em paz com o mundo aqui dentro.

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Instituto Dahuer em parceria com o INCAvoluntário

Instituto Dahuer e INCAvoluntário ampliam o acesso ao protetor solar para pacientes em tratamento oncológico O Instituto Dahuer, em parceria com o INCAvoluntário, tem contribuído diretamente para a melhoria da qualidade de vida de pacientes em tratamento no Instituto Nacional de Câncer (INCA) por meio da doação mensal de protetores solares. Desde 2025, a união entre as duas organizações do Terceiro Setor tem garantido mais segurança, conforto e dignidade a pessoas em quimioterapia e radioterapia, demonstrando como o trabalho conjunto amplia o alcance das ações em saúde. Proteção da pele no tratamento oncológico Para pacientes oncológicos, especialmente aqueles submetidos à quimioterapia e à radioterapia, o cuidado com a pele integra o próprio processo terapêutico. A sensibilidade aumenta, assim como os riscos de lesões causadas pela exposição ao sol. De acordo com Thiago Duwe, diretor executivo do Instituto Dahuer, o protetor solar desempenha um papel direto na rotina do paciente. “A pele fica muito sensível durante o tratamento. Nesse cenário, o protetor solar contribui para preservar a saúde, possibilita que o paciente mantenha atividades ao ar livre com mais tranquilidade e favorece o bem-estar”, explica. No Brasil, onde a incidência solar é elevada, esse cuidado se torna ainda mais relevante. O uso contínuo ajuda a reduzir riscos dermatológicos e auxilia na prevenção de novas complicações, inclusive em pacientes com histórico de câncer de pele. Instituto Dahuer e o acesso a um item essencial Apesar da importância do protetor solar, seu valor elevado dificulta o acesso para muitas famílias atendidas pelo SUS. Por esse motivo, a atuação do Instituto Dahuer junto ao INCAvoluntário tem impacto direto na vida dos pacientes. Desde 2025, cerca de 100 unidades são doadas mensalmente, permitindo que o INCAvoluntário atenda o maior número possível de pessoas com recomendação da equipe de dermatologia do hospital. A distribuição segue critérios técnicos e prioriza quem necessita da proteção diariamente. “Manter esse cuidado de forma regular faz toda a diferença. O protetor solar está diretamente ligado à segurança do paciente durante o tratamento”, ressalta Thiago. A importância das parcerias no Terceiro Setor Na avaliação do diretor executivo, a parceria entre o Instituto Dahuer e o INCAvoluntário contribui para ampliar a atuação das duas instituições. “Quando caminhamos ao lado de um órgão de referência como o INCA, conseguimos dar mais visibilidade à causa e alcançar um público maior. Duas organizações do Terceiro Setor trabalhando juntas conseguem resultados que dificilmente seriam obtidos de forma isolada”, afirma. Thiago também destaca o papel do INCAvoluntário na articulação com a sociedade civil. “O programa tem uma estrutura que facilita a construção de parcerias e aproxima empresas, instituições e voluntários das ações em saúde”, observa. A cooperação entre as organizações também está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, especialmente o ODS 17, voltado à construção de parcerias. “Sem esse trabalho conjunto, muitas iniciativas não chegariam às pessoas que precisam”, pontua. A trajetória social do Instituto Dahuer O Instituto Dahuer surgiu a partir da vocação social do Laboratório Dahuer, empresa com quase 40 anos de atuação. Antes mesmo da criação formal do Instituto, a organização já realizava ações de filantropia, com doações de protetores solares e apoio a grupos em situação de vulnerabilidade. Durante a pandemia da Covid-19, esse compromisso se intensificou com a produção e distribuição de álcool em gel para órgãos de saúde e caminhoneiros, em um período marcado por escassez de insumos. A iniciativa fortaleceu a atuação social da empresa. Em 2023, a estruturação de um setor próprio de responsabilidade social resultou na criação do Instituto Dahuer, oficializado em outubro daquele ano. Desde então, a instituição atua no apoio a pacientes oncológicos, especialmente pessoas com câncer de pele, além de desenvolver ações educativas e de conscientização. Impacto direto na rotina dos pacientes A parceria entre o Instituto Dahuer e o INCAvoluntário transforma o compromisso institucional em benefícios concretos para quem está em tratamento. A doação contínua dos protetores solares contribui para reduzir desconfortos, prevenir complicações e facilitar a rotina dos pacientes. Para o Instituto Dahuer, unir esforços com outras organizações é uma forma de ampliar resultados. “Acreditamos que parcerias bem estruturadas permitem levar atendimento de qualidade a um número maior de pessoas”, afirma Thiago Duwe. Compromisso com a humanização do cuidado Ao longo dos anos, o INCAvoluntário tem consolidado uma rede de parceiros voltada para o cuidado integral dos pacientes. A parceria com o Instituto Dahuer exemplifica como a cooperação entre organizações do Terceiro Setor fortalece iniciativas, amplia o acesso a recursos e contribui para um atendimento mais próximo e sensível às necessidades de cada pessoa. Por meio dessa união, o Instituto Dahuer ajuda a transformar o protetor solar em um instrumento de proteção, autonomia e qualidade de vida para pacientes oncológicos.

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Volta às aulas dos pacientes do INCA

Volta escolar reforça a continuidade dos estudos de pacientes em tratamento no INCA A volta escolar representa mais do que o retorno às salas de aula para crianças, adolescentes e adultos em tratamento no Instituto Nacional de Câncer (INCA). Para o INCAvoluntário, esse momento simboliza a manutenção de vínculos, rotinas e projetos de vida que ajudam a tornar o tratamento mais leve em diferentes dimensões. Por isso, todos os anos, a organização realiza a entrega de kits de material escolar a pacientes regularmente matriculados no ano letivo vigente. Educação e tratamento caminham juntos durante o cuidado O diagnóstico de câncer, especialmente na infância e adolescência, costuma provocar mudanças profundas na rotina familiar. Entre elas, a interrupção ou a dificuldade de acompanhar a vida escolar aparece como um dos impactos mais frequentes. Estudos apontam que crianças e adolescentes em tratamento oncológico enfrentam afastamentos prolongados da escola devido a internações, efeitos colaterais das terapias e limitações físicas, o que pode gerar atrasos no aprendizado e dificuldades de reintegração escolar. Além disso, questões financeiras relacionadas ao tratamento também pesam no orçamento familiar, tornando o início do ano letivo ainda mais desafiador. Nesse contexto, ações voltadas à educação ganham relevância ao contribuir para a permanência do paciente na escola e para a preservação de uma rotina que vai além da doença. A volta escolar como parte do processo de tratamento Manter o vínculo com a escola durante o tratamento é reconhecido como um fator que contribui para o bem-estar emocional dos pacientes. A volta escolar ajuda a reforçar a identidade da criança ou do adolescente como estudante, promovendo socialização, autoestima e sensação de pertencimento — aspectos importantes para enfrentar o período de tratamento com mais equilíbrio. No caso de pacientes adultos, especialmente aqueles matriculados em cursos superiores, a continuidade dos estudos também representa a possibilidade de manter planos futuros ativos, mesmo diante das dificuldades impostas pelo tratamento. Kits de material escolar fortalecem a continuidade dos estudos Todos os anos, o INCAvoluntário distribui cerca de 200 kits de material escolar para pacientes de 3 a 18 anos e também para adultos que estejam cursando o ensino superior. Os kits são montados de acordo com a faixa etária e contemplam itens como cadernos, canetas, pastas, agenda, estojo e outros materiais que variam conforme a necessidade de cada estudante. A separação por idade é pensada justamente para atender às demandas específicas de cada etapa escolar, garantindo que o material seja adequado à realidade educacional do paciente. Critérios que garantem o vínculo com a escola no ano vigente A entrega dos kits é realizada exclusivamente para pacientes que comprovam matrícula no ano letivo vigente. Esse critério reforça o compromisso do INCAvoluntário com a permanência escolar e com o incentivo à educação como parte do cuidado integral. A ação integra um conjunto de iniciativas da instituição que buscam apoiar o paciente para além do tratamento médico, considerando aspectos sociais, emocionais e educacionais como componentes importantes do processo de cuidado. A volta escolar vista pelas famílias dos pacientes Para muitas famílias, o material escolar representa um apoio direto em um período marcado por gastos elevados. Luciana, mãe da paciente Ester, é uma das responsáveis que recebem o kit anualmente e destaca o impacto da iniciativa no cotidiano da família. “Todo ano eu pego porque é uma ajuda muito grande, temos muitos gastos no início do mês, então ter o INCAvoluntário com esses doadores maravilhosos que conseguem nos dar essa ajuda é muito bom. Eu fico muito feliz mesmo e minha filha também”, relata. Estudar também é cuidar da saúde emocional Ao investir na volta escolar, o INCAvoluntário reforça a compreensão de que cuidar do paciente vai além do tratamento clínico. A educação aparece como uma ferramenta de humanização, capaz de preservar sonhos, rotinas e perspectivas futuras, mesmo durante um período delicado. Dessa forma, cada kit entregu representa a continuidade de histórias, o fortalecimento da esperança e o compromisso de tornar o tratamento mais leve em todas as áreas possíveis da vida do paciente. Saiba como apoiar.

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Panorama do Terceiro Setor na saúde global

Fortalecer sistemas de saúde, reduzir desigualdades e responder a crises sanitárias complexas estão no centro das discussões do Terceiro Setor na saúde ao redor do mundo. Em diferentes países, organizações da sociedade civil ampliam sua atuação ao lado de governos, organismos internacionais e comunidades locais, contribuindo para respostas mais ágeis, humanas e conectadas às reais necessidades da população. Nos últimos anos, esse movimento ganhou ainda mais relevância diante de desafios globais que ultrapassam fronteiras, como, mudanças climáticas, avanço das doenças crônicas e a necessidade de inovação nos modelos de cuidado. Cobertura universal de saúde e equidade no acesso Garantir acesso à saúde para populações historicamente excluídas segue como uma das prioridades globais. Países-membros da ONU assumiram o compromisso de ampliar a cobertura universal de saúde, alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, com a meta de incluir mais de um bilhão de pessoas em sistemas de cuidado. Nesse cenário, o Terceiro Setor atua como ponte entre políticas públicas e territórios vulnerabilizados. ONGs e organizações sociais aproximam serviços de saúde de comunidades onde o Estado e o setor privado enfrentam limitações, ampliando o alcance do cuidado e reforçando o princípio da equidade. Saúde e mudanças climáticas são uma agenda integrada A relação entre saúde e meio ambiente passou a ocupar espaço estratégico nas discussões globais. O impacto das mudanças climáticas sobre a saúde pública — como o ressurgimento de doenças, eventos extremos e agravamento de condições crônicas — impulsionou organizações de saúde a defenderem políticas ambientais mais robustas. Nesse contexto, o Terceiro Setor contribui para integrar a saúde à pauta climática, apoiando iniciativas que promovem modelos de desenvolvimento mais sustentáveis e práticas de baixo carbono no setor da saúde, além de ações educativas voltadas à prevenção de riscos ambientais. Doenças crônicas e saúde mental no centro do cuidado Paralelamente às doenças infecciosas, cresce a preocupação com o avanço das doenças não transmissíveis, como câncer, diabetes e problemas cardiovasculares. A saúde mental também ganha destaque, diante do aumento de afastamentos e adoecimentos relacionados a questões emocionais e sociais. Como resposta, organizações da sociedade civil vêm ampliando ações voltadas ao cuidado integral, considerando aspectos físicos, emocionais e sociais. Essa abordagem mais ampla fortalece vínculos, promove bem-estar e reconhece o paciente para além do diagnóstico. Transformação digital e inovação em saúde A incorporação de tecnologias digitais tem redefinido a forma como o cuidado em saúde é pensado e executado. Telemedicina, inteligência artificial e análise de dados já fazem parte de projetos desenvolvidos pelo Terceiro Setor em diferentes países. Essas ferramentas contribuem para ampliar o acesso, personalizar atendimentos, antecipar riscos e tornar as intervenções mais ágeis, especialmente em regiões com escassez de recursos ou profissionais de saúde. Gestão, participação social e fortalecimento dos sistemas públicos Outro eixo relevante é a atuação do Terceiro Setor na gestão de serviços de saúde e na promoção da participação social. Organizações sociais desempenham papel ativo na administração de unidades, na escuta da população e no fortalecimento de políticas públicas. No Brasil, essa atuação dialoga diretamente com os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), reforçando a importância da participação da sociedade civil nas decisões e na construção de um sistema mais acessível e humanizado. Em nível internacional, o mesmo modelo inspira sistemas de saúde mais inclusivos e conectados às comunidades. Um movimento global com impacto local Ao integrar essas diferentes frentes, o Terceiro Setor reafirma seu papel como agente de transformação na saúde global. Seja ampliando o acesso, promovendo inovação ou fortalecendo a participação social, essas organizações ajudam a construir respostas mais humanas, sustentáveis e alinhadas aos desafios contemporâneos. No contexto do INCAvoluntário, esse panorama reforça a importância da atuação social como parte indissociável do cuidado em saúde, conectando experiências globais às práticas que transformam, diariamente, a vida de pacientes, acompanhantes e profissionais.

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humanização no tratamento do câncer

Retrospectiva de 2025 do INCAvoluntário

INCAvoluntário consolida crescimento em 2025 com novos espaços, projetos fortalecidos e ações que ampliam o cuidado Ao longo de 2025, o INCAvoluntário viveu um ano de expansão consistente, marcado pela retomada de espaços simbólicos, pela inauguração de novas frentes de acolhimento e pelo fortalecimento de projetos que já fazem parte da rotina de cuidado dos pacientes em tratamento no INCA. Mais do que números ou entregas, o período foi atravessado por um propósito claro: manter o bem-estar, a dignidade e a humanização como eixos centrais de cada iniciativa. Esse crescimento foi construído de forma coletiva, respeitando a trajetória da instituição e dialogando com as necessidades reais de quem passa diariamente pelas unidades do Instituto Nacional de Câncer. Reabertura do Ateliê Gaivota reforça o cuidado por meio da arte Entre os marcos de 2025, a reabertura do Ateliê Gaivota simbolizou a retomada de um espaço onde a arte atua como linguagem de acolhimento, escuta e expressão. O projeto voltou a integrar a rotina dos pacientes, promovendo momentos de criação que dialogam diretamente com a saúde emocional durante o tratamento oncológico. Além disso, o retorno do Ateliê reafirmou o compromisso do INCAvoluntário com práticas que enxergam o paciente para além do diagnóstico, fortalecendo vínculos e promovendo bem-estar dentro do ambiente hospitalar. Casa Rosa amplia o acolhimento às pacientes com câncer de mama Outro passo importante foi a abertura da Casa Rosa, um espaço pensado para ampliar o cuidado direcionado às pacientes com câncer de mama. A iniciativa nasce conectada à escuta sensível e à necessidade de um ambiente que una informação, acolhimento e humanização em um mesmo lugar. Ao longo do ano, a Casa Rosa se consolidou como um ponto de apoio fundamental, fortalecendo a rede de cuidado construída pelo INCAvoluntário em parceria com profissionais de saúde, voluntários e apoiadores. Projetos que cresceram e se consolidaram ao longo do ano Em 2025, projetos já reconhecidos pela sua relevância ganharam ainda mais força. O Banco do Bem seguiu ampliando seu impacto, com entregas que contribuem diretamente para a melhoria das condições de tratamento e de atendimento aos pacientes do INCA. Da mesma forma, o projeto Cultura e Lazer manteve uma programação ativa ao longo do ano, promovendo experiências que levam leveza, distração e conexão para pacientes e acompanhantes. Essas ações reafirmam a importância do cuidado integral, onde corpo e emoção caminham juntos durante o tratamento. Outras iniciativas também avançaram, fortalecendo uma rede de apoio que se renova a cada ano, sem perder sua essência. Datas comemorativas e ações sazonais realizadas de forma integrada As comemorações que fazem parte do calendário anual do INCAvoluntário se concretizaram de forma coesa ao longo de 2025. O Dia Nacional e o Dia Internacional do Voluntariado reforçaram o papel fundamental de quem dedica tempo, escuta e cuidado aos pacientes. Da mesma forma, ações como o Dia das Crianças trouxeram momentos de alegria e afeto para o ambiente hospitalar, respeitando sempre o contexto do tratamento e o cuidado com cada detalhe. Já as ações de Natal foram realizadas com planejamento e sensibilidade, encerrando o ano com iniciativas que levaram acolhimento e esperança às unidades do INCA. Uma trajetória construída com compromisso, cuidado e solidariedade O crescimento do INCAvoluntário em 2025 reflete uma trajetória construída ao longo dos anos, com responsabilidade, transparência e foco no bem-estar dos pacientes em tratamento no INCA. Cada projeto, espaço reaberto ou nova iniciativa carrega o empenho de voluntários, parceiros e doadores que acreditam na força da solidariedade como agente de transformação. Neste fim de ano, esse caminho pode seguir ainda mais forte. Ao contribuir com uma doação financeira, você ajuda a manter e ampliar ações que fazem diferença real na vida de milhares de pacientes. Solidariedade também é cuidado — e ela pode continuar em 2026 com a sua participação.

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Projetos sociais na saúde: conheça o Banco do Bem

Banco do Bem aprova 13 projetos para 2026 e amplia melhorias no ambiente hospitalar do INCA O Banco do Bem, iniciativa do INCAvoluntário, aprovou 13 projetos para execução em 2026. As ações integram um conjunto de projetos sociais na saúde voltados à humanização dos espaços hospitalares e ao cuidado de pacientes, acompanhantes e profissionais do INCA.O investimento total previsto é de aproximadamente R$ 316 mil, direcionado a ações que impactam diretamente o bem-estar de pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde do INCA. As iniciativas contempladas reforçam uma visão integrada do cuidado, que passa pela infraestrutura, pela humanização dos espaços e pela aquisição de equipamentos e treinamentos que contribuem para uma experiência mais acolhedora dentro do ambiente hospitalar. Projetos aprovados para 2026 Os projetos selecionados para 2026 abrangem diferentes frentes do cuidado, com foco na melhoria dos ambientes de atendimento, na segurança assistencial e na reabilitação de pacientes. Entre as iniciativas aprovadas estão ações voltadas à criação e qualificação de espaços de curativos, à humanização de áreas de radioterapia, ao fortalecimento da experiência de pacientes e doadores na hemoterapia e à implantação de ambientes mais acolhedores para quem aguarda sessões de quimioterapia. Também integram a lista projetos voltados à capacitação e segurança, como treinamentos específicos na área cardiopulmonar e no acompanhamento de pacientes protetizados após amputação por câncer, além da aquisição de equipamentos que ampliam a capacidade diagnóstica e assistencial do INCA. A proposta do Banco do Bem para 2026 reafirma o cuidado com cada etapa da jornada do paciente, considerando o impacto que o ambiente hospitalar exerce sobre quem está em tratamento, quem acompanha e quem atua diariamente na assistência. O que foi realizado em 2025 Em 2025, o Banco do Bem aprovou 18 projetos, com 12 iniciativas já finalizadas. Outros cinco projetos seguem em andamento, envolvendo doação judicial, obras e ações estruturais. A previsão inicial de investimento no período foi de cerca de R$ 505 mil, com execução estimada em aproximadamente R$ 196 mil. Considerando as ações concluídas e em curso, o volume total relacionado ao Banco do Bem em 2025 chega a aproximadamente R$ 595 mil, reforçando a continuidade e o alcance do projeto ao longo do ano. Quando o cuidado também passa pelo espaço Criado pelo INCAvoluntário, o Banco do Bem parte do entendimento de que o tratamento oncológico envolve mais do que procedimentos médicos. Melhorar espaços, reformar ambientes e viabilizar equipamentos adequados contribui diretamente para um cuidado mais humano, seguro e respeitoso. Ao direcionar recursos para melhorias estruturais e funcionais, o projeto fortalece o ambiente hospitalar como um espaço de acolhimento, contribuindo para a qualidade do tratamento e para a rotina de pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde do INCA. Saiba mais informações sobre o Banco do Bem. Como apoiar o Banco do Bem e outros projetos do INCAvoluntário O impacto do Banco do Bem é resultado da mobilização de pessoas e parceiros que acreditam na solidariedade como parte do cuidado em saúde. Quem deseja contribuir pode apoiar o Banco do Bem ou conhecer outros projetos do INCAvoluntário voltados ao atendimento de pacientes em tratamento no INCA. Conheça mais sobre os projetos do INCAvoluntário e como fazer sua doação, acessando.

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Voluntariado corporativo transforma rotinas e aproxima setores

O fortalecimento do voluntariado corporativo tem ampliado a participação do setor privado em iniciativas que dialogam diretamente com o cuidado, a humanização e a mobilização social. Esse movimento revela como a colaboração entre o segundo e o terceiro setor cria novas possibilidades de atuação em prol da sociedade civil, especialmente quando envolve empresas dispostas a conhecer de perto o impacto do trabalho voluntário realizado nos hospitais do INCA. Durante o ano de 2025, duas ações reforçaram esse cenário: a visita da equipe da Supergasbras à recreação infantil e a ida de colaboradores da Águas do Rio ao INCA III. As iniciativas abriram espaço para vivências sensíveis, troca de experiências e um olhar ampliado sobre como as empresas podem integrar práticas solidárias ao cotidiano de seus profissionais. Recreação infantil ganha cor e afeto com a Supergasbras Na atividade realizada na recreação infantil, colaboradores da Supergasbras puderam acompanhar de perto o ambiente lúdico que acolhe crianças em tratamento oncológico. A equipe participou da rotina recreativa e contribuiu para tornar a tarde mais afetuosa, reforçando como pequenas interações podem transformar o dia de pacientes e acompanhantes. A presença da empresa mostrou como momentos de cuidado coletivo ajudam a sensibilizar profissionais que, muitas vezes, têm pouco tempo para exercer ações voluntárias. A vivência no INCA abriu espaço para reflexão sobre responsabilidade social e para o incentivo à continuidade desse tipo de engajamento dentro das organizações. INCA III é palco de oficinas e cuidado compartilhado com a Águas do Rio No INCA III, a visita dos colaboradores da Águas do Rio levou duas oficinas de turbante para mulheres em tratamento, promovendo autoestima, diálogo e acolhimento em um momento desafiador da jornada oncológica. Além disso, a equipe distribuiu kits de higiene pessoal, gesto que reforçou a importância da solidariedade em ações simples do dia a dia. Essa aproximação permitiu que os participantes conhecessem a rotina de pacientes que enfrentam longas horas de tratamento, percebendo como iniciativas corporativas podem contribuir para tornar o ambiente hospitalar mais leve e humano. A experiência reforçou o papel das empresas como agentes de transformação social. Quando empresas e organizações sociais caminham juntas As duas visitas tiveram um ponto em comum: aproximaram profissionais de realidades que muitas vezes permanecem distantes da rotina corporativa. Ao vivenciarem esses momentos de troca e apoio, colaboradores compreendem a dimensão do impacto social que podem gerar, enquanto as empresas fortalecem sua atuação em valores ligados à cidadania, responsabilidade social e cuidado com as pessoas. A união entre o segundo e o terceiro setor potencializa ações que beneficiam diretamente a sociedade civil. Ao se aproximar de instituições como o INCAvoluntário, as marcas ampliam seu compromisso com causas sociais e fortalecem redes de colaboração que ultrapassam os limites do ambiente corporativo. Uma porta aberta para novas experiências solidárias As ações da Supergasbras e da Águas do Rio mostram como o voluntariado corporativo pode ser uma ponte poderosa entre empresas e iniciativas sociais, estimulando uma cultura de engajamento que gera impacto real. Saiba como o trabalho voluntário no INCA funciona — e inspire sua organização a fazer parte dessa rede de solidariedade e cuidado.

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Parcerias no Terceiro Setor ampliam ações sociais

Colaboração que transforma: como o INCAvoluntário fortalece a rede solidária unindo hospitais e ONGs Em um momento em que as demandas sociais crescem e muitas instituições ainda enfrentam desafios para se estruturar, a atuação articulada entre organizações do Terceiro Setor se mostra indispensável. Com esse olhar coletivo, o INCAvoluntário segue apoiando iniciativas de impacto ao repassar brinquedos, itens de higiene pessoal, material de papelaria e vestuário para o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, o Instituto Nacional de Cardiologia, o Hospital dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro e duas ONGs — a Onda Solidária e a Ideias Vivas. Essas ações também alcançaram eventos dedicados às crianças, iniciativas do Outubro Rosa e atividades de sensibilização do Novembro Azul, ampliando o impacto para além dos muros das unidades de saúde e fortalecendo uma rede que trabalha em conjunto para reduzir desigualdades. Parcerias no Terceiro Setor impulsionam iniciativas de cuidado e solidariedade As organizações sociais exercem papel decisivo em áreas como saúde, educação e assistência. Em muitos casos, atuam onde o Estado não chega com velocidade ou capilaridade suficientes. A literatura sobre o Terceiro Setor reforça que, quando essas instituições trabalham juntas, criam redes capazes de alcançar mais pessoas e produzir resultados mais duradouros. Pesquisas mostram que a cooperação entre ONGs potencializa recursos, amplia a captação e fortalece a credibilidade pública, elementos muito importantes para manter projetos ativos e fortalecer a confiança social. Essa construção coletiva também facilita o surgimento de parcerias estratégicas entre organizações, empresas e órgãos públicos, ampliando o impacto social de forma transversal. O papel das parcerias no Terceiro Setor dentro da atuação do INCAvoluntário A atuação do INCAvoluntário evidencia uma premissa que diferencia o Segundo e o Terceiro Setor: aqui, instituições não se veem como concorrentes, e sim como parceiras. Tanto o compartilhamento de doações quanto a troca de conhecimento são práticas que ampliam o alcance das ações e fortalecem toda a rede. Um exemplo disso é o processo de benchmarking realizado com o INTO, onde foram compartilhados métodos, processos e propósitos relacionados ao trabalho voluntário em ambiente hospitalar. Essa troca reforça práticas de governança, organização e acolhimento ao paciente — pontos fundamentais — em qualquer instituição de saúde. O que parcerias no Terceiro Setor representam na visão do INTO “A parceria entre o Incavoluntário e o INTOvoluntariado nos lembra que a solidariedade é ainda mais forte quando caminhamos juntos. Cada doação deles transforma vidas e multiplica esperança em nosso Instituto.”Viviane Carius Comym, atuou como Chefe do INTO Voluntariado até novembro de 2025 e atualmente é Chefe Substituta da Divisão de Enfermagem. Os resultados gerados por parcerias no Terceiro Setor em ações sociais Como parcerias no Terceiro Setor inspiram novos colaboradores e doadores O impacto social se amplia quando instituições fortalecem umas às outras e compartilham caminho, conhecimento e recursos. A atuação do INCAvoluntário, ao partilhar doações e estimular a cooperação entre organizações, demonstra como a solidariedade pode gerar efeitos contínuos e alcançar públicos que, muitas vezes, permanecem invisíveis. Esse movimento inspira novas conexões no Terceiro Setor e reforça a importância de apoiar iniciativas que promovem cuidado e dignidade. Para quem deseja conhecer mais sobre esse trabalho e contribuir com ações que alcançam pacientes e comunidades em situação de vulnerabilidade, o INCAvoluntário mantém canais abertos para novas parcerias e doações. É um convite para quem busca participar de iniciativas que têm impacto real no presente e ampliam horizontes para o futuro.

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Novembro Azul e Dia Nacional do Combate ao Câncer

O Dia Nacional do Combate ao Câncer e o Novembro Azul caminham lado a lado na missão de ampliar o acesso ao conhecimento e fortalecer a consciência sobre prevenção. As duas datas lembram que buscar informações confiáveis, manter consultas em dia e adotar hábitos saudáveis são passos que transformam vidas. Esse movimento incentiva o diagnóstico precoce e reforça que cuidar da saúde é um gesto de responsabilidade consigo e com quem se ama. O Dia Nacional do Combate ao Câncer, celebrado hoje, reafirma a importância da informação para reduzir riscos e estimular a detecção precoce. A data existe para aproximar a população dos serviços de saúde, ampliar o diálogo sobre diferentes tipos de câncer e incentivar práticas que ajudam na proteção ao longo da vida. A mensagem é direta: quanto antes a doença é identificada, maiores são as chances de tratamento e recuperação. Ao mesmo tempo, o mês de novembro se tornou uma referência mundial para o cuidado com a saúde do homem. A campanha traz para o centro do debate temas que, durante décadas, foram cercados por tabus, medos e desinformação. Assim, ao unir o Dia Nacional do Combate ao Câncer e o Novembro Azul, surge um chamado ainda mais forte para que cada pessoa assuma um compromisso permanente com sua saúde. Novembro Azul: informação, exames e mudança de atitude O Novembro Azul reforça a necessidade de colocar a saúde do homem em pauta. Além do acesso à informação, o mês abre espaço para desmistificar exames e incentivar o autocuidado. No caso do câncer de próstata, o PSA é o principal método de rastreio. É um exame rápido e ajuda a identificar alterações antes que causem sintomas. Para o chefe do Serviço de Urologia do INCA, Dr. Franz Campos, manter os exames atualizados é indispensável para quem tem entre 60 e 65 anos e possui próstata. Ele lembra ainda que esse tema não deve ser visto como tabu e que a idade é o maior fator de risco, o que torna o acompanhamento anual ainda mais importante. O impacto da informação na vida real O paciente do INCA, José Adeilson, de 64 anos, reforça o valor da prevenção. “Tenho 64 anos e sempre fiz o exame de prevenção do câncer de próstata, fazendo o PSA. Depois da pandemia, fiquei um tempo sem e, quando voltei, descobri que era maligno. Meus filhos e minha esposa ficaram mais abalados que eu porque é uma doença que realmente você não sente nada, ela é muito silenciosa, por isso é tão importante manter os exames em dia. Hoje já operei e minha família tem sido essencial, o apoio deles foi essencial para mim, o carinho que eles me deram. E o recado que eu posso dar é: não tenham medo de fazer o exame. O exame preventivo, de toque, não é nenhum bicho de sete cabeças, como muitos acham e fazem piada, mas é uma coisa séria e necessária!” O relato de José reforça o quanto a informação correta diminui o medo, encoraja atitudes preventivas e pode salvar vidas. Caminhos de apoio no combate ao câncer Fechar este mês com informação, diálogo e incentivo ao cuidado é uma forma de fortalecer toda a rede que envolve pacientes, famílias e equipes de saúde. Para seguir aprendendo e descobrir como apoiar quem enfrenta o câncer, continue acessando o site do INCAvoluntário e conheça caminhos para contribuir com pacientes em tratamento.

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