INCAvoluntário

Dia Mundial do Câncer

Com 781 mil novos casos estimados, união é o caminho para o cuidado ODia Mundial do Câncer, debatido no dia 4 de fevereiro, ganhou uma urgência ainda maior em 2026. Com a estimativa do INCA de que o Brasil registre781 mil novos casos da doença a cada ano nos próximos três anos, a data se consolida como um chamado à ação. Sob o tema “Unidos pelo Único”, a mobilização global deste ano reforça que a equidade no tratamento e a força da rede de apoio são pilares tão fundamentais para a cura quanto o próprio diagnóstico precoce. O cenário da doença para os próximos anos Os novos dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) revelam um desafio crescente para a saúde pública. Entre os tumores com maior incidência no Brasil, o câncer de pele não melanoma segue na liderança, acompanhado de perto pelos cânceres de mama e próstata. No entanto, o aumento de casos de câncer de cólon e reto acende um alerta sobre a importância de hábitos de vida saudáveis e do acompanhamento médico constante. Veja o evento do INCA sobre o Dia Mundial do Câncer 2026 A importância da rede de apoio no Dia Mundial do Câncer Nesta edição do Dia Mundial do Câncer, o foco está em reduzir as desigualdades que impedem muitos pacientes de acessar o tratamento adequado. No INCAvoluntário, entendemos que, como área social do Instituto, o acolhimento está inteiramente ligado a esse propósito. Enquanto a medicina cuida do corpo, o voluntariado cuida do social e do bem-estar de quem está em tratamento. “A prevenção e o tratamento avançam com a tecnologia, mas o suporte humano é o que sustenta o paciente nas etapas mais difíceis”, ressalta a Coordenadora de Desenvolvimento Institucional do INCAvoluntário, Bruna Rodrigues. Como agir diante dessa estimativa? Para que as estatísticas dos próximos anos comecem a recuar, a conscientização precisa se transformar em atitude prática. O combate à doença passa por três frentes essenciais: O combate ao câncer é uma jornada coletiva. Neste 4 de fevereiro, utilize a informação como ferramenta de prevenção e a solidariedade como ponte para a esperança. 

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Janeiro Branco

O cuidado de quem cuida como pilar da saúde integral no Terceiro Setor O mês de janeiro abre o calendário anual com uma provocação necessária. “Quem cuida da mente, cuida da vida”. Criada para conscientizar sobre a saúde mental, a campanha Janeiro Branco ganha contornos ainda mais urgentes em 2026. Para o terceiro setor, e especificamente para instituições que atuam na linha de frente do combate ao câncer, o tema deixa de ser apenas uma reflexão e passa a ser uma estratégia de sobrevivência e eficiência social. Janeiro Branco coloca Brasil diante do espelho Segundo dados consolidados do Ministério da Saúde e do Ministério da Previdência Social, o Brasil vive uma crise silenciosa. Em 2024, o país registrou um aumento de 68% nos afastamentos trabalhistas por transtornos mentais e comportamentais. Com cerca de 9,3% da população sofrendo de ansiedade, o Brasil lidera o ranking mundial da OMS nesse quesito. No contexto das Doenças Não Transmissíveis (DNTs), como o câncer, a saúde mental é um divisor de águas. Estudos indicam que o bem-estar emocional do paciente influencia diretamente na adesão ao tratamento e na qualidade de vida. No entanto, o Janeiro Branco 2026 traz um novo holofote: a saúde mental dos profissionais e voluntários que sustentam essa rede de apoio. O sesafio no Terceiro Setor Trabalhar em ONGs e instituições de apoio à saúde exige um alto nível de entrega emocional. O fenômeno do burnout (esgotamento profissional) tem sido uma preocupação crescente. Pesquisas recentes indicam que mais de 50% dos colaboradores do terceiro setor relatam preocupação constante com sua saúde mental, citando a sobrecarga de demandas e a carga emocional do acolhimento como principais fatores de estresse. Para o INCAvoluntário, onde o contato com a vulnerabilidade é diário, promover a saúde mental é garantir que a “corrente do bem” não se rompa. Não é possível oferecer acolhimento de qualidade se quem acolhe está exausto. O cuidado com o colaborador é o que garante a sustentabilidade da missão proposta pela instituição. Tendências para 2026. Do bem-estar à Legislação A conscientização agora vem acompanhada de obrigatoriedade. A atualização da Norma Regulamentadora 1 (NR-1) estabelece que, até maio de 2026, as organizações devem implementar mecanismos para identificar e mitigar riscos psicossociais no ambiente de trabalho. Isso inclui: Saúde mental é saúde integral A visão moderna de saúde, defendida pelo Ministério da Saúde, é a da integralidade. Isso significa entender que o corpo e a mente não funcionam em compartimentos isolados. No tratamento oncológico, o apoio emocional é parte do protocolo de cura. Neste Janeiro Branco, o INCAvoluntário reitera seu compromisso com os pacientes, familiares e com cada coração que dedica seu tempo a transformar vidas. Afinal, para mudar o mundo lá fora, é preciso primeiro estar em paz com o mundo aqui dentro.

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Instituto Dahuer em parceria com o INCAvoluntário

Instituto Dahuer e INCAvoluntário ampliam o acesso ao protetor solar para pacientes em tratamento oncológico O Instituto Dahuer, em parceria com o INCAvoluntário, tem contribuído diretamente para a melhoria da qualidade de vida de pacientes em tratamento no Instituto Nacional de Câncer (INCA) por meio da doação mensal de protetores solares. Desde 2025, a união entre as duas organizações do Terceiro Setor tem garantido mais segurança, conforto e dignidade a pessoas em quimioterapia e radioterapia, demonstrando como o trabalho conjunto amplia o alcance das ações em saúde. Proteção da pele no tratamento oncológico Para pacientes oncológicos, especialmente aqueles submetidos à quimioterapia e à radioterapia, o cuidado com a pele integra o próprio processo terapêutico. A sensibilidade aumenta, assim como os riscos de lesões causadas pela exposição ao sol. De acordo com Thiago Duwe, diretor executivo do Instituto Dahuer, o protetor solar desempenha um papel direto na rotina do paciente. “A pele fica muito sensível durante o tratamento. Nesse cenário, o protetor solar contribui para preservar a saúde, possibilita que o paciente mantenha atividades ao ar livre com mais tranquilidade e favorece o bem-estar”, explica. No Brasil, onde a incidência solar é elevada, esse cuidado se torna ainda mais relevante. O uso contínuo ajuda a reduzir riscos dermatológicos e auxilia na prevenção de novas complicações, inclusive em pacientes com histórico de câncer de pele. Instituto Dahuer e o acesso a um item essencial Apesar da importância do protetor solar, seu valor elevado dificulta o acesso para muitas famílias atendidas pelo SUS. Por esse motivo, a atuação do Instituto Dahuer junto ao INCAvoluntário tem impacto direto na vida dos pacientes. Desde 2025, cerca de 100 unidades são doadas mensalmente, permitindo que o INCAvoluntário atenda o maior número possível de pessoas com recomendação da equipe de dermatologia do hospital. A distribuição segue critérios técnicos e prioriza quem necessita da proteção diariamente. “Manter esse cuidado de forma regular faz toda a diferença. O protetor solar está diretamente ligado à segurança do paciente durante o tratamento”, ressalta Thiago. A importância das parcerias no Terceiro Setor Na avaliação do diretor executivo, a parceria entre o Instituto Dahuer e o INCAvoluntário contribui para ampliar a atuação das duas instituições. “Quando caminhamos ao lado de um órgão de referência como o INCA, conseguimos dar mais visibilidade à causa e alcançar um público maior. Duas organizações do Terceiro Setor trabalhando juntas conseguem resultados que dificilmente seriam obtidos de forma isolada”, afirma. Thiago também destaca o papel do INCAvoluntário na articulação com a sociedade civil. “O programa tem uma estrutura que facilita a construção de parcerias e aproxima empresas, instituições e voluntários das ações em saúde”, observa. A cooperação entre as organizações também está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, especialmente o ODS 17, voltado à construção de parcerias. “Sem esse trabalho conjunto, muitas iniciativas não chegariam às pessoas que precisam”, pontua. A trajetória social do Instituto Dahuer O Instituto Dahuer surgiu a partir da vocação social do Laboratório Dahuer, empresa com quase 40 anos de atuação. Antes mesmo da criação formal do Instituto, a organização já realizava ações de filantropia, com doações de protetores solares e apoio a grupos em situação de vulnerabilidade. Durante a pandemia da Covid-19, esse compromisso se intensificou com a produção e distribuição de álcool em gel para órgãos de saúde e caminhoneiros, em um período marcado por escassez de insumos. A iniciativa fortaleceu a atuação social da empresa. Em 2023, a estruturação de um setor próprio de responsabilidade social resultou na criação do Instituto Dahuer, oficializado em outubro daquele ano. Desde então, a instituição atua no apoio a pacientes oncológicos, especialmente pessoas com câncer de pele, além de desenvolver ações educativas e de conscientização. Impacto direto na rotina dos pacientes A parceria entre o Instituto Dahuer e o INCAvoluntário transforma o compromisso institucional em benefícios concretos para quem está em tratamento. A doação contínua dos protetores solares contribui para reduzir desconfortos, prevenir complicações e facilitar a rotina dos pacientes. Para o Instituto Dahuer, unir esforços com outras organizações é uma forma de ampliar resultados. “Acreditamos que parcerias bem estruturadas permitem levar atendimento de qualidade a um número maior de pessoas”, afirma Thiago Duwe. Compromisso com a humanização do cuidado Ao longo dos anos, o INCAvoluntário tem consolidado uma rede de parceiros voltada para o cuidado integral dos pacientes. A parceria com o Instituto Dahuer exemplifica como a cooperação entre organizações do Terceiro Setor fortalece iniciativas, amplia o acesso a recursos e contribui para um atendimento mais próximo e sensível às necessidades de cada pessoa. Por meio dessa união, o Instituto Dahuer ajuda a transformar o protetor solar em um instrumento de proteção, autonomia e qualidade de vida para pacientes oncológicos.

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Volta às aulas dos pacientes do INCA

Volta escolar reforça a continuidade dos estudos de pacientes em tratamento no INCA A volta escolar representa mais do que o retorno às salas de aula para crianças, adolescentes e adultos em tratamento no Instituto Nacional de Câncer (INCA). Para o INCAvoluntário, esse momento simboliza a manutenção de vínculos, rotinas e projetos de vida que ajudam a tornar o tratamento mais leve em diferentes dimensões. Por isso, todos os anos, a organização realiza a entrega de kits de material escolar a pacientes regularmente matriculados no ano letivo vigente. Educação e tratamento caminham juntos durante o cuidado O diagnóstico de câncer, especialmente na infância e adolescência, costuma provocar mudanças profundas na rotina familiar. Entre elas, a interrupção ou a dificuldade de acompanhar a vida escolar aparece como um dos impactos mais frequentes. Estudos apontam que crianças e adolescentes em tratamento oncológico enfrentam afastamentos prolongados da escola devido a internações, efeitos colaterais das terapias e limitações físicas, o que pode gerar atrasos no aprendizado e dificuldades de reintegração escolar. Além disso, questões financeiras relacionadas ao tratamento também pesam no orçamento familiar, tornando o início do ano letivo ainda mais desafiador. Nesse contexto, ações voltadas à educação ganham relevância ao contribuir para a permanência do paciente na escola e para a preservação de uma rotina que vai além da doença. A volta escolar como parte do processo de tratamento Manter o vínculo com a escola durante o tratamento é reconhecido como um fator que contribui para o bem-estar emocional dos pacientes. A volta escolar ajuda a reforçar a identidade da criança ou do adolescente como estudante, promovendo socialização, autoestima e sensação de pertencimento — aspectos importantes para enfrentar o período de tratamento com mais equilíbrio. No caso de pacientes adultos, especialmente aqueles matriculados em cursos superiores, a continuidade dos estudos também representa a possibilidade de manter planos futuros ativos, mesmo diante das dificuldades impostas pelo tratamento. Kits de material escolar fortalecem a continuidade dos estudos Todos os anos, o INCAvoluntário distribui cerca de 200 kits de material escolar para pacientes de 3 a 18 anos e também para adultos que estejam cursando o ensino superior. Os kits são montados de acordo com a faixa etária e contemplam itens como cadernos, canetas, pastas, agenda, estojo e outros materiais que variam conforme a necessidade de cada estudante. A separação por idade é pensada justamente para atender às demandas específicas de cada etapa escolar, garantindo que o material seja adequado à realidade educacional do paciente. Critérios que garantem o vínculo com a escola no ano vigente A entrega dos kits é realizada exclusivamente para pacientes que comprovam matrícula no ano letivo vigente. Esse critério reforça o compromisso do INCAvoluntário com a permanência escolar e com o incentivo à educação como parte do cuidado integral. A ação integra um conjunto de iniciativas da instituição que buscam apoiar o paciente para além do tratamento médico, considerando aspectos sociais, emocionais e educacionais como componentes importantes do processo de cuidado. A volta escolar vista pelas famílias dos pacientes Para muitas famílias, o material escolar representa um apoio direto em um período marcado por gastos elevados. Luciana, mãe da paciente Ester, é uma das responsáveis que recebem o kit anualmente e destaca o impacto da iniciativa no cotidiano da família. “Todo ano eu pego porque é uma ajuda muito grande, temos muitos gastos no início do mês, então ter o INCAvoluntário com esses doadores maravilhosos que conseguem nos dar essa ajuda é muito bom. Eu fico muito feliz mesmo e minha filha também”, relata. Estudar também é cuidar da saúde emocional Ao investir na volta escolar, o INCAvoluntário reforça a compreensão de que cuidar do paciente vai além do tratamento clínico. A educação aparece como uma ferramenta de humanização, capaz de preservar sonhos, rotinas e perspectivas futuras, mesmo durante um período delicado. Dessa forma, cada kit entregu representa a continuidade de histórias, o fortalecimento da esperança e o compromisso de tornar o tratamento mais leve em todas as áreas possíveis da vida do paciente. Saiba como apoiar.

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Panorama do Terceiro Setor na saúde global

Fortalecer sistemas de saúde, reduzir desigualdades e responder a crises sanitárias complexas estão no centro das discussões do Terceiro Setor na saúde ao redor do mundo. Em diferentes países, organizações da sociedade civil ampliam sua atuação ao lado de governos, organismos internacionais e comunidades locais, contribuindo para respostas mais ágeis, humanas e conectadas às reais necessidades da população. Nos últimos anos, esse movimento ganhou ainda mais relevância diante de desafios globais que ultrapassam fronteiras, como, mudanças climáticas, avanço das doenças crônicas e a necessidade de inovação nos modelos de cuidado. Cobertura universal de saúde e equidade no acesso Garantir acesso à saúde para populações historicamente excluídas segue como uma das prioridades globais. Países-membros da ONU assumiram o compromisso de ampliar a cobertura universal de saúde, alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, com a meta de incluir mais de um bilhão de pessoas em sistemas de cuidado. Nesse cenário, o Terceiro Setor atua como ponte entre políticas públicas e territórios vulnerabilizados. ONGs e organizações sociais aproximam serviços de saúde de comunidades onde o Estado e o setor privado enfrentam limitações, ampliando o alcance do cuidado e reforçando o princípio da equidade. Saúde e mudanças climáticas são uma agenda integrada A relação entre saúde e meio ambiente passou a ocupar espaço estratégico nas discussões globais. O impacto das mudanças climáticas sobre a saúde pública — como o ressurgimento de doenças, eventos extremos e agravamento de condições crônicas — impulsionou organizações de saúde a defenderem políticas ambientais mais robustas. Nesse contexto, o Terceiro Setor contribui para integrar a saúde à pauta climática, apoiando iniciativas que promovem modelos de desenvolvimento mais sustentáveis e práticas de baixo carbono no setor da saúde, além de ações educativas voltadas à prevenção de riscos ambientais. Doenças crônicas e saúde mental no centro do cuidado Paralelamente às doenças infecciosas, cresce a preocupação com o avanço das doenças não transmissíveis, como câncer, diabetes e problemas cardiovasculares. A saúde mental também ganha destaque, diante do aumento de afastamentos e adoecimentos relacionados a questões emocionais e sociais. Como resposta, organizações da sociedade civil vêm ampliando ações voltadas ao cuidado integral, considerando aspectos físicos, emocionais e sociais. Essa abordagem mais ampla fortalece vínculos, promove bem-estar e reconhece o paciente para além do diagnóstico. Transformação digital e inovação em saúde A incorporação de tecnologias digitais tem redefinido a forma como o cuidado em saúde é pensado e executado. Telemedicina, inteligência artificial e análise de dados já fazem parte de projetos desenvolvidos pelo Terceiro Setor em diferentes países. Essas ferramentas contribuem para ampliar o acesso, personalizar atendimentos, antecipar riscos e tornar as intervenções mais ágeis, especialmente em regiões com escassez de recursos ou profissionais de saúde. Gestão, participação social e fortalecimento dos sistemas públicos Outro eixo relevante é a atuação do Terceiro Setor na gestão de serviços de saúde e na promoção da participação social. Organizações sociais desempenham papel ativo na administração de unidades, na escuta da população e no fortalecimento de políticas públicas. No Brasil, essa atuação dialoga diretamente com os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), reforçando a importância da participação da sociedade civil nas decisões e na construção de um sistema mais acessível e humanizado. Em nível internacional, o mesmo modelo inspira sistemas de saúde mais inclusivos e conectados às comunidades. Um movimento global com impacto local Ao integrar essas diferentes frentes, o Terceiro Setor reafirma seu papel como agente de transformação na saúde global. Seja ampliando o acesso, promovendo inovação ou fortalecendo a participação social, essas organizações ajudam a construir respostas mais humanas, sustentáveis e alinhadas aos desafios contemporâneos. No contexto do INCAvoluntário, esse panorama reforça a importância da atuação social como parte indissociável do cuidado em saúde, conectando experiências globais às práticas que transformam, diariamente, a vida de pacientes, acompanhantes e profissionais.

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Projetos sociais na saúde: conheça o Banco do Bem

Banco do Bem aprova 13 projetos para 2026 e amplia melhorias no ambiente hospitalar do INCA O Banco do Bem, iniciativa do INCAvoluntário, aprovou 13 projetos para execução em 2026. As ações integram um conjunto de projetos sociais na saúde voltados à humanização dos espaços hospitalares e ao cuidado de pacientes, acompanhantes e profissionais do INCA.O investimento total previsto é de aproximadamente R$ 316 mil, direcionado a ações que impactam diretamente o bem-estar de pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde do INCA. As iniciativas contempladas reforçam uma visão integrada do cuidado, que passa pela infraestrutura, pela humanização dos espaços e pela aquisição de equipamentos e treinamentos que contribuem para uma experiência mais acolhedora dentro do ambiente hospitalar. Projetos aprovados para 2026 Os projetos selecionados para 2026 abrangem diferentes frentes do cuidado, com foco na melhoria dos ambientes de atendimento, na segurança assistencial e na reabilitação de pacientes. Entre as iniciativas aprovadas estão ações voltadas à criação e qualificação de espaços de curativos, à humanização de áreas de radioterapia, ao fortalecimento da experiência de pacientes e doadores na hemoterapia e à implantação de ambientes mais acolhedores para quem aguarda sessões de quimioterapia. Também integram a lista projetos voltados à capacitação e segurança, como treinamentos específicos na área cardiopulmonar e no acompanhamento de pacientes protetizados após amputação por câncer, além da aquisição de equipamentos que ampliam a capacidade diagnóstica e assistencial do INCA. A proposta do Banco do Bem para 2026 reafirma o cuidado com cada etapa da jornada do paciente, considerando o impacto que o ambiente hospitalar exerce sobre quem está em tratamento, quem acompanha e quem atua diariamente na assistência. O que foi realizado em 2025 Em 2025, o Banco do Bem aprovou 18 projetos, com 12 iniciativas já finalizadas. Outros cinco projetos seguem em andamento, envolvendo doação judicial, obras e ações estruturais. A previsão inicial de investimento no período foi de cerca de R$ 505 mil, com execução estimada em aproximadamente R$ 196 mil. Considerando as ações concluídas e em curso, o volume total relacionado ao Banco do Bem em 2025 chega a aproximadamente R$ 595 mil, reforçando a continuidade e o alcance do projeto ao longo do ano. Quando o cuidado também passa pelo espaço Criado pelo INCAvoluntário, o Banco do Bem parte do entendimento de que o tratamento oncológico envolve mais do que procedimentos médicos. Melhorar espaços, reformar ambientes e viabilizar equipamentos adequados contribui diretamente para um cuidado mais humano, seguro e respeitoso. Ao direcionar recursos para melhorias estruturais e funcionais, o projeto fortalece o ambiente hospitalar como um espaço de acolhimento, contribuindo para a qualidade do tratamento e para a rotina de pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde do INCA. Saiba mais informações sobre o Banco do Bem. Como apoiar o Banco do Bem e outros projetos do INCAvoluntário O impacto do Banco do Bem é resultado da mobilização de pessoas e parceiros que acreditam na solidariedade como parte do cuidado em saúde. Quem deseja contribuir pode apoiar o Banco do Bem ou conhecer outros projetos do INCAvoluntário voltados ao atendimento de pacientes em tratamento no INCA. Conheça mais sobre os projetos do INCAvoluntário e como fazer sua doação, acessando.

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Voluntariado corporativo transforma rotinas e aproxima setores

O fortalecimento do voluntariado corporativo tem ampliado a participação do setor privado em iniciativas que dialogam diretamente com o cuidado, a humanização e a mobilização social. Esse movimento revela como a colaboração entre o segundo e o terceiro setor cria novas possibilidades de atuação em prol da sociedade civil, especialmente quando envolve empresas dispostas a conhecer de perto o impacto do trabalho voluntário realizado nos hospitais do INCA. Durante o ano de 2025, duas ações reforçaram esse cenário: a visita da equipe da Supergasbras à recreação infantil e a ida de colaboradores da Águas do Rio ao INCA III. As iniciativas abriram espaço para vivências sensíveis, troca de experiências e um olhar ampliado sobre como as empresas podem integrar práticas solidárias ao cotidiano de seus profissionais. Recreação infantil ganha cor e afeto com a Supergasbras Na atividade realizada na recreação infantil, colaboradores da Supergasbras puderam acompanhar de perto o ambiente lúdico que acolhe crianças em tratamento oncológico. A equipe participou da rotina recreativa e contribuiu para tornar a tarde mais afetuosa, reforçando como pequenas interações podem transformar o dia de pacientes e acompanhantes. A presença da empresa mostrou como momentos de cuidado coletivo ajudam a sensibilizar profissionais que, muitas vezes, têm pouco tempo para exercer ações voluntárias. A vivência no INCA abriu espaço para reflexão sobre responsabilidade social e para o incentivo à continuidade desse tipo de engajamento dentro das organizações. INCA III é palco de oficinas e cuidado compartilhado com a Águas do Rio No INCA III, a visita dos colaboradores da Águas do Rio levou duas oficinas de turbante para mulheres em tratamento, promovendo autoestima, diálogo e acolhimento em um momento desafiador da jornada oncológica. Além disso, a equipe distribuiu kits de higiene pessoal, gesto que reforçou a importância da solidariedade em ações simples do dia a dia. Essa aproximação permitiu que os participantes conhecessem a rotina de pacientes que enfrentam longas horas de tratamento, percebendo como iniciativas corporativas podem contribuir para tornar o ambiente hospitalar mais leve e humano. A experiência reforçou o papel das empresas como agentes de transformação social. Quando empresas e organizações sociais caminham juntas As duas visitas tiveram um ponto em comum: aproximaram profissionais de realidades que muitas vezes permanecem distantes da rotina corporativa. Ao vivenciarem esses momentos de troca e apoio, colaboradores compreendem a dimensão do impacto social que podem gerar, enquanto as empresas fortalecem sua atuação em valores ligados à cidadania, responsabilidade social e cuidado com as pessoas. A união entre o segundo e o terceiro setor potencializa ações que beneficiam diretamente a sociedade civil. Ao se aproximar de instituições como o INCAvoluntário, as marcas ampliam seu compromisso com causas sociais e fortalecem redes de colaboração que ultrapassam os limites do ambiente corporativo. Uma porta aberta para novas experiências solidárias As ações da Supergasbras e da Águas do Rio mostram como o voluntariado corporativo pode ser uma ponte poderosa entre empresas e iniciativas sociais, estimulando uma cultura de engajamento que gera impacto real. Saiba como o trabalho voluntário no INCA funciona — e inspire sua organização a fazer parte dessa rede de solidariedade e cuidado.

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Parcerias no Terceiro Setor ampliam ações sociais

Colaboração que transforma: como o INCAvoluntário fortalece a rede solidária unindo hospitais e ONGs Em um momento em que as demandas sociais crescem e muitas instituições ainda enfrentam desafios para se estruturar, a atuação articulada entre organizações do Terceiro Setor se mostra indispensável. Com esse olhar coletivo, o INCAvoluntário segue apoiando iniciativas de impacto ao repassar brinquedos, itens de higiene pessoal, material de papelaria e vestuário para o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, o Instituto Nacional de Cardiologia, o Hospital dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro e duas ONGs — a Onda Solidária e a Ideias Vivas. Essas ações também alcançaram eventos dedicados às crianças, iniciativas do Outubro Rosa e atividades de sensibilização do Novembro Azul, ampliando o impacto para além dos muros das unidades de saúde e fortalecendo uma rede que trabalha em conjunto para reduzir desigualdades. Parcerias no Terceiro Setor impulsionam iniciativas de cuidado e solidariedade As organizações sociais exercem papel decisivo em áreas como saúde, educação e assistência. Em muitos casos, atuam onde o Estado não chega com velocidade ou capilaridade suficientes. A literatura sobre o Terceiro Setor reforça que, quando essas instituições trabalham juntas, criam redes capazes de alcançar mais pessoas e produzir resultados mais duradouros. Pesquisas mostram que a cooperação entre ONGs potencializa recursos, amplia a captação e fortalece a credibilidade pública, elementos muito importantes para manter projetos ativos e fortalecer a confiança social. Essa construção coletiva também facilita o surgimento de parcerias estratégicas entre organizações, empresas e órgãos públicos, ampliando o impacto social de forma transversal. O papel das parcerias no Terceiro Setor dentro da atuação do INCAvoluntário A atuação do INCAvoluntário evidencia uma premissa que diferencia o Segundo e o Terceiro Setor: aqui, instituições não se veem como concorrentes, e sim como parceiras. Tanto o compartilhamento de doações quanto a troca de conhecimento são práticas que ampliam o alcance das ações e fortalecem toda a rede. Um exemplo disso é o processo de benchmarking realizado com o INTO, onde foram compartilhados métodos, processos e propósitos relacionados ao trabalho voluntário em ambiente hospitalar. Essa troca reforça práticas de governança, organização e acolhimento ao paciente — pontos fundamentais — em qualquer instituição de saúde. O que parcerias no Terceiro Setor representam na visão do INTO “A parceria entre o Incavoluntário e o INTOvoluntariado nos lembra que a solidariedade é ainda mais forte quando caminhamos juntos. Cada doação deles transforma vidas e multiplica esperança em nosso Instituto.”Viviane Carius Comym, atuou como Chefe do INTO Voluntariado até novembro de 2025 e atualmente é Chefe Substituta da Divisão de Enfermagem. Os resultados gerados por parcerias no Terceiro Setor em ações sociais Como parcerias no Terceiro Setor inspiram novos colaboradores e doadores O impacto social se amplia quando instituições fortalecem umas às outras e compartilham caminho, conhecimento e recursos. A atuação do INCAvoluntário, ao partilhar doações e estimular a cooperação entre organizações, demonstra como a solidariedade pode gerar efeitos contínuos e alcançar públicos que, muitas vezes, permanecem invisíveis. Esse movimento inspira novas conexões no Terceiro Setor e reforça a importância de apoiar iniciativas que promovem cuidado e dignidade. Para quem deseja conhecer mais sobre esse trabalho e contribuir com ações que alcançam pacientes e comunidades em situação de vulnerabilidade, o INCAvoluntário mantém canais abertos para novas parcerias e doações. É um convite para quem busca participar de iniciativas que têm impacto real no presente e ampliam horizontes para o futuro.

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Novembro Azul e Dia Nacional do Combate ao Câncer

O Dia Nacional do Combate ao Câncer e o Novembro Azul caminham lado a lado na missão de ampliar o acesso ao conhecimento e fortalecer a consciência sobre prevenção. As duas datas lembram que buscar informações confiáveis, manter consultas em dia e adotar hábitos saudáveis são passos que transformam vidas. Esse movimento incentiva o diagnóstico precoce e reforça que cuidar da saúde é um gesto de responsabilidade consigo e com quem se ama. O Dia Nacional do Combate ao Câncer, celebrado hoje, reafirma a importância da informação para reduzir riscos e estimular a detecção precoce. A data existe para aproximar a população dos serviços de saúde, ampliar o diálogo sobre diferentes tipos de câncer e incentivar práticas que ajudam na proteção ao longo da vida. A mensagem é direta: quanto antes a doença é identificada, maiores são as chances de tratamento e recuperação. Ao mesmo tempo, o mês de novembro se tornou uma referência mundial para o cuidado com a saúde do homem. A campanha traz para o centro do debate temas que, durante décadas, foram cercados por tabus, medos e desinformação. Assim, ao unir o Dia Nacional do Combate ao Câncer e o Novembro Azul, surge um chamado ainda mais forte para que cada pessoa assuma um compromisso permanente com sua saúde. Novembro Azul: informação, exames e mudança de atitude O Novembro Azul reforça a necessidade de colocar a saúde do homem em pauta. Além do acesso à informação, o mês abre espaço para desmistificar exames e incentivar o autocuidado. No caso do câncer de próstata, o PSA é o principal método de rastreio. É um exame rápido e ajuda a identificar alterações antes que causem sintomas. Para o chefe do Serviço de Urologia do INCA, Dr. Franz Campos, manter os exames atualizados é indispensável para quem tem entre 60 e 65 anos e possui próstata. Ele lembra ainda que esse tema não deve ser visto como tabu e que a idade é o maior fator de risco, o que torna o acompanhamento anual ainda mais importante. O impacto da informação na vida real O paciente do INCA, José Adeilson, de 64 anos, reforça o valor da prevenção. “Tenho 64 anos e sempre fiz o exame de prevenção do câncer de próstata, fazendo o PSA. Depois da pandemia, fiquei um tempo sem e, quando voltei, descobri que era maligno. Meus filhos e minha esposa ficaram mais abalados que eu porque é uma doença que realmente você não sente nada, ela é muito silenciosa, por isso é tão importante manter os exames em dia. Hoje já operei e minha família tem sido essencial, o apoio deles foi essencial para mim, o carinho que eles me deram. E o recado que eu posso dar é: não tenham medo de fazer o exame. O exame preventivo, de toque, não é nenhum bicho de sete cabeças, como muitos acham e fazem piada, mas é uma coisa séria e necessária!” O relato de José reforça o quanto a informação correta diminui o medo, encoraja atitudes preventivas e pode salvar vidas. Caminhos de apoio no combate ao câncer Fechar este mês com informação, diálogo e incentivo ao cuidado é uma forma de fortalecer toda a rede que envolve pacientes, famílias e equipes de saúde. Para seguir aprendendo e descobrir como apoiar quem enfrenta o câncer, continue acessando o site do INCAvoluntário e conheça caminhos para contribuir com pacientes em tratamento.

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Dia da Consciência Negra

Reflexões, vozes e o papel do INCAvoluntário na promoção da equidade O Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, reforça a necessidade de revisitar a história do país e compreender como as desigualdades raciais seguem presentes no cotidiano. O mês também marca o Novembro Negro, período dedicado à ampliação do debate sobre igualdade racial, valorização da identidade negra e enfrentamento ao racismo estrutural. No INCAvoluntário, a data ganha força pela troca de experiências e pela atuação de colaboradoras que vivem essa pauta com sensibilidade e responsabilidade. Além de ser um marco histórico, o Dia da Consciência Negra destaca a urgência de fortalecer iniciativas e ambientes comprometidos com respeito, inclusão e representatividade. Nesse cenário, o Terceiro Setor exerce um papel fundamental ao aproximar causas sociais e ações concretas que impactam a vida de milhares de pessoas. Ao longo do Novembro Negro, profissionais do INCAvoluntário compartilharam depoimentos que revelam vivências, reflexões e expectativas para um país mais justo. Depoimentos que ampliam o significado do Dia da Consciência Negra Kathleen Victoria – Gestão de Bazar do INCAvoluntário“Racismo não é detalhe. Ele machuca no cotidiano, cansa, faz a gente se sentir acuada e, muitas vezes, sozinha. Espero que as pessoas reflitam sobre isso e percebam que cada atitude, pequena ou grande, ajuda a construir um ambiente mais justo para todos.” A fala destaca como o Dia da Consciência Negra não se limita à memória histórica, mas também à urgência de combater desigualdades diárias. Aline Gomes – Gestão de Doações do INCAvoluntário“O terceiro setor tem um papel estratégico na redução das desigualdades. Seria importante que as pessoas olhassem com mais empatia, reconhecendo suas próprias posições na sociedade e entendendo como atitudes pequenas podem reforçar ou combater injustiças.” Aline reforça a importância do Novembro Negro como momento de reflexão social e de reconhecimento das próprias responsabilidades. Naísa Batista – Gestão de Pacientes do INCAvoluntário“Hoje é um dia de orgulho, de reafirmação da nossa história e da nossa beleza, mas também de reflexão sobre as desigualdades que ainda precisamos enfrentar. É um dia que fortalece a nossa identidade e abre espaço para novas narrativas.” O depoimento traz a força simbólica do Dia da Consciência Negra como um convite para a construção de novas narrativas e maior valorização da identidade negra. Sthefany Oliveira – Gestão de Pessoas do INCAvoluntário“Cada vez que minha escuta e minha voz são respeitadas, sinto orgulho da minha trajetória e da resistência de quem veio antes de mim.” Sthefany ressalta como ambientes acolhedores permitem que o significado do Novembro Negro se expanda para além do calendário. Alessandra Pereira – Comissão de Equidade, Diversidade e Inclusão do INCA“Observo que o INCAvoluntário é sensível em relação ao avanço e às mudanças da sociedade e busca atuar de forma alinhada com diretrizes humanistas. Esse envolvimento é adequado e necessário, porque o alcance dessas ações é significativo e auxilia no letramento racial de vários segmentos da nossa população.” A reflexão de Alessandra reafirma o compromisso institucional com práticas que dialogam diretamente com os princípios do Dia da Consciência Negra. Dia da Consciência Negra e Novembro Negro: compromisso contínuo com equidade O Dia da Consciência Negra e o Novembro Negro reforçam a necessidade de fortalecer espaços de escuta, diálogo e formação. No INCAvoluntário, cada depoimento, projeto e troca contribui para um ambiente que valoriza a diversidade e reconhece o impacto das histórias que constroem o país. A data lembra que a luta por igualdade racial é contínua e se renova a cada gesto, a cada reflexão e a cada caminho aberto para que a sociedade avance. O compromisso segue vivo durante o ano inteiro, guiado pelo respeito, pela memória e pela consciência coletiva.

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Philipe Coutinho e Gabriel Silva com as crianças na enfermaria pediátrica

Philipe Coutinho e Gabriel Silva visitam o INCA

Na última quarta-feira, 22 de outubro, o Hospital do Câncer (INCA) viveu uma tarde repleta de emoção e sorrisos. O jogador Philipe Coutinho, ao lado do companheiro de equipe Gabriel Silva (GB), visitou a enfermaria pediátrica do hospital, levando uma onda de alegria às crianças em tratamento oncológico e a seus acompanhantes. A visita, organizada em parceria com o Vasco da Gama, movimentou familiares, profissionais da saúde e voluntários que acompanharam a reação dos pequenos. O clube também distribuiu camisas, garrafas e bandeiras do Vasco, gesto que encantou os jovens torcedores, especialmente os pequenos vascaínos, que viveram um dia de sonho realizado. “Visitei o Hospital INCA, foi uma tarde muito especial, cheia de amor e carinho. Entregamos presentes e ouvimos histórias inspiradoras de superação. Antes de ir embora ainda ganhei um presente lindo da minha amiga Liviah, que vou usar com muito carinho”, contou Philipe Coutinho, emocionado com o encontro. O companheiro de time, Gabriel Silva, também compartilhou o impacto do momento: “Tive a oportunidade de visitar o INCA e mandar um pouco de energia positiva para essas crianças guerreiras. Esse dia não ficará marcado somente na memória delas, mas na minha. Nunca esquecerei dos sorrisos, abraços, energia e carinho que recebi. Obrigado ao INCA e ao Vasco da Gama” A presença de atletas e clubes de futebol em ações sociais como essa reforça a importância da responsabilidade social de instituições esportivas e empresas privadas. Para os pacientes, o gesto ultrapassa o campo simbólico, ele renova o ânimo e fortalece o enfrentamento do tratamento. Iniciativas como essa mostram como o esporte pode transformar vidas dentro e fora dos gramados, aproximando ídolos e inspirando esperança. Quer saber como apoiar os projetos que ajudam a tornar dias como esse possíveis?Acesse: https://incavoluntario.org.br/projetos/

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Outubro Rosa no INCAvoluntário enaltece autoestima

Celebração levou alegria, leveza e mensagens inspiradoras às pacientes em tratamento de câncer de mama no INCA III O Hospital do Câncer III, unidade do INCA especializada no tratamento do câncer de mama, se transformou em um verdadeiro palco de celebração durante a tradicional festa de Outubro Rosa do INCAvoluntário. Em meio a sorrisos, cores vibrantes e momentos de emoção, pacientes, voluntários e parceiros se uniram para celebrar a vida e a força das mulheres que enfrentam o câncer de mama com coragem e esperança. Durante o evento, o ambiente hospitalar ganhou uma nova forma: música, desfile, arte e acolhimento preencheram cada canto do hospital, ressignificando um espaço de tratamento em um local de alegria e autoestima. A festa reforçou uma mensagem poderosa: as mulheres em tratamento não são resumidas pela doença ou pelas marcas do tratamento, mas pela sua essência, seus sonhos e pela vontade de brilhar sempre mais. O sentido do Outubro Rosa O Outubro Rosa é um movimento internacional dedicado à conscientização sobre o câncer de mama, promovendo o diagnóstico precoce, o acesso ao tratamento e o apoio às pacientes. A campanha, que começou na década de 1990, simboliza a importância do autocuidado e da prevenção, mas também destaca a necessidade de acolhimento e de fortalecer a autoestima das mulheres que convivem com o diagnóstico. Ao trazer essa celebração para dentro do hospital, o INCAvoluntário reforça a importância de olhar para o tratamento de forma integral. Para além do cuidado médico, é um momento de cuidar do emocional e de mostrar que o câncer é uma condição passageira, que não define quem essas mulheres são, e que a vida continua plena de possibilidades após o tratamento. Desfile, música e emoção em cada detalhe Um dos momentos mais aguardados do dia foi o desfile das pacientes, que brilharam com looks selecionados do Bazar do INCAvoluntário. A passarela foi conduzida com leveza e emoção pela eterna rainha de bateria Valéria Valença, que celebrou junto às pacientes a beleza de cada uma delas. A alegria seguiu com a participação especial do comediante Rodrigo Santana, que trouxe uma apresentação inspiradora e divertida, lembrando às mulheres que a doença não pode roubar sua essência, opinião ou alegria de viver. Entre tantas presenças marcantes, a jornalista Lilian Ribeiro também esteve na festa. Ela, que enfrenta o mesmo diagnóstico, compartilhou palavras de motivação e empatia com as pacientes, reforçando a importância de manter a rede de apoio ativa e o olhar esperançoso diante do tratamento. Durante o evento, o diretor do Hospital do Câncer III, Dr. Marcello Belo, reforçou a importância da informação e do diagnóstico precoce: “Sempre falo para as pacientes: câncer de mama é o mais comum do mundo, muito estudado de diversas formas. Quando há o diagnóstico precoce, as chances de cura beiram aos 100%. Tento deixar claro para elas que o diagnóstico não é uma sentença, que ainda há muitas coisas pela frente depois do tratamento.” Parceiros que fizeram a diferença no Outubro Rosa no INCAvoluntário A celebração do Outubro Rosa no INCAvoluntário contou com a colaboração de inúmeros parceiros que tornaram o evento ainda mais especial. O projeto ZenCâncer proporcionou um momento de relaxamento e autoconhecimento com Luciana Lobo, que conduziu uma sessão de autógrafos do livro e práticas de respiração. Já a Musa criou um verdadeiro spa dos pés para as pacientes. O sabor também esteve presente: a marca Lecado preparou sua famosa torta Red Velvet, que fez parte do lanche das pacientes e integra uma ação especial — durante todo o mês de outubro, parte da renda obtida com a venda da torta será revertida ao INCAvoluntário. A Wizo contribuiu com perucas, roupas para o desfile e acessórios; a Dermage levou uma cabine de maquiagem; e a produtora Tatiane Moraes coordenou a equipe de beleza e passarela. O evento contou ainda com música ao vivo de Valmir Vignolli e do grupo Samba Cura, além da presença encantadora da Trupe Cabeça Oca, que espalhou alegria e risadas entre pacientes e acompanhantes. O momento das fotos ficou por conta da Dreams Eventos, que montou uma cabine temática “VOGUE”, e do Make Art, com um stand de maquiagem andante repleto de brilho e glitter. As pacientes que desfilaram receberam kits das marcas Kostume, Leite de Rosas e Stanley, que também distribuíram presentes às pacientes internadas. A decoração do evento ficou nas mãos da Cherry Faz a Festa e Linhas e Bainhas, responsáveis pelo painel rosa e pela cortina do palco. O cuidado com o bem-estar foi reforçado pela Secretaria de Políticas para Mulheres e Cuidados, que ofereceu oficinas de turbante e massagem facial, enquanto o CasaFruti garantiu um coffee break saudável, com sucos naturais e salada de frutas, e a PecPão completou o cardápio com deliciosos salgados de forno. Todas as lindas fotos tiradas do evento são de autoria da Rita Lima, parceira e voluntária do INCAvoluntário. Vozes que transformam o dia. O Outurbro Rosa é sobre elas Ninguém melhor que as próprias pacientes para traduzir a emoção e o impacto desse momento tão especial. A paciente Luzia, que faz tratamento no INCA III, compartilhou sua experiência ao participar do desfile deste ano e o significado da festa para ela: “Sou muito grata a esse evento. Sei que é difícil para cada um receber esse diagnóstico, mas eventos como o Outubro Rosa nos abraçam de uma forma que às vezes não encontramos nem em casa. O acolhimento que vocês proporcionam para nós, pacientes, é muito gratificante. Quando recebemos um diagnóstico assim, perdemos o chão, perdemos a perspectiva, e aqui, aos poucos, isso começa a voltar.” Já a paciente Nilda, também em tratamento no INCA III, falou sobre sua vida além da doença e como não se deixou definir apenas pelo diagnóstico: “Todos me chamam de Nilda Portela, mas sou Salgueirense — risos —, mãe de três filhos, amo dançar, samba e malhar. Não deixei de fazer nenhuma dessas coisas depois que descobri a doença. Meu conselho para quem recebe um diagnóstico de câncer é: abrace toda a rede de

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