INCAvoluntário

ONU elege 2026 como o ano internacional do voluntariado

ONU elege 2026 como o Ano Internacional do Voluntariado

O reconhecimento global do voluntariado ganha um novo capítulo em 2026. A Assembleia Geral das Nações Unidas declarou o próximo ano como o Ano Internacional do Voluntariado para o Desenvolvimento Sustentável, destacando voluntários como agentes centrais da Agenda 2030. A iniciativa busca fortalecer sociedades mais resilientes, ampliar a coesão social e acelerar soluções para desafios globais. No Instituto Nacional de Câncer, esse protagonismo já faz parte da história há décadas e se reflete no trabalho contínuo do INCAvoluntário. Um movimento global que valoriza o impacto do voluntariado A escolha de 2026 reforça o papel estratégico do trabalho voluntário na construção de respostas sociais sustentáveis. Em diferentes países, voluntários atuam na promoção da saúde, na redução das desigualdades e no apoio a populações em situação de vulnerabilidade. Além disso, o reconhecimento internacional também amplia a visibilidade de iniciativas que contribuem diretamente para o bem-estar coletivo e para o fortalecimento das redes de solidariedade. Nesse cenário, o voluntariado passa a ser compreendido como parte estruturante das políticas de desenvolvimento. A mobilização proposta pela ONU convida instituições, organizações sociais e a sociedade civil a ampliarem a participação cidadã e a valorização de quem dedica tempo e conhecimento ao cuidado com o outro. A história do voluntariado no INCA atravessa décadas No Instituto Nacional de Câncer, o trabalho voluntário acompanha a trajetória da própria instituição desde a década de 1920, quando ações solidárias já eram realizadas com o objetivo de acolher pacientes e familiares. Com o passar dos anos, essas iniciativas foram se estruturando e, há mais de duas décadas, ganharam formalização com a criação do INCAvoluntário. Desde então, o programa consolidou uma rede de voluntários que atua em diferentes frentes, contribuindo para a humanização do tratamento oncológico, apoio social, atividades culturais e ações que promovem qualidade de vida durante o cuidado. Ao longo desse período, o INCAvoluntário também ampliou parcerias, fortaleceu projetos e estruturou processos que garantem organização e continuidade das atividades. Celebrações que reforçam o protagonismo voluntário Todos os anos, o INCAvoluntário promove ações especiais para valorizar quem dedica tempo e cuidado aos pacientes do Instituto. As celebrações do Dia Nacional do Voluntariado e do Dia Internacional do Voluntariado fazem parte desse calendário e destacam o impacto das iniciativas realizadas dentro das unidades hospitalares. Esses momentos reúnem voluntários, parceiros e equipes em atividades que reconhecem trajetórias, compartilham histórias e reforçam a importância do trabalho coletivo. Além disso, as comemorações também ampliam a visibilidade do voluntariado como ferramenta de transformação social e incentivo à participação cidadã. Um reconhecimento global que dialoga com a atuação do INCAvoluntário O Ano Internacional do Voluntariado em 2026 chega como uma oportunidade de mobilização mundial que se conecta diretamente com a atuação do INCAvoluntário, que há mais de 20 anos estrutura e valoriza o trabalho voluntário dentro do Instituto Nacional de Câncer. Ao longo dessa trajetória, o voluntariado tem contribuído para tornar o ambiente hospitalar mais acolhedor, aproximar a sociedade do cuidado oncológico e promover ações que impactam a vida de milhares de pacientes e acompanhantes. O reconhecimento da ONU reafirma uma realidade vivida diariamente no INCA: o voluntariado transforma experiências, fortalece vínculos e amplia a rede de apoio dentro do tratamento. Em 2026, essa força ganha ainda mais visibilidade, reafirmando o papel do voluntário como agente de cuidado, solidariedade e transformação social.

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INCA abre as portas para seus novos colaboradores e residentes

A força da humanização na integração de novos colaboradores e alunos O que significa, na prática, humanizar o cuidado oncológico no SUS? Essa reflexão central deu o tom das recentes participações do INCAvoluntário em eventos institucionais do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Ao longo do mês de março, a área social da instituição reafirmou seu papel estratégico para os novos profissionais e estudantes que passam a integrar o corpo técnico do maior centro formador em oncologia da América Latina. Formar para transformar e acolhimento na Aula Magna No dia 2 de março, a Aula Inaugural dos Programas e Cursos do INCA 2026 marcou o início do ano acadêmico para discentes de Residência, Mestrado, Doutorado e Cursos Técnicos. Com o tema “Formar para Transformar: o futuro do cuidado oncológico no SUS”, o evento destacou a importância de uma formação em saúde comprometida com os direitos dos pacientes. Durante a cerimônia, foi ressaltado como as ações de humanização e o cuidado integral fortalecem a experiência de pacientes e acompanhantes dentro do sistema público de saúde. A participação do INCAvoluntário nesse contexto acadêmico demonstra que a técnica e o ensino caminham lado a lado com o olhar sensível e o apoio social necessários no tratamento oncológico. Boas-vindas aos novos colaboradores Dando continuidade ao ciclo de integração, no dia 10 de março, o auditório Moacyr S. Silva recebeu os novos servidores efetivos, temporários e colaboradores da Fiotec para o evento de Boas-Vindas. O encontro foi uma oportunidade fundamental para fortalecer o espírito de cooperação entre as equipes. A coordenadora de Desenvolvimento Institucional do INCAvoluntário, Bruna Rodrigues, marcou presença para apresentar os projetos desenvolvidos pela área social. Aos novos profissionais, foram expostas as diversas frentes de atuação do voluntariado que visam minimizar os impactos do tratamento, oferecendo suporte que vai além da assistência médica direta, garantindo um ambiente mais acolhedor e colaborativo para todos os que circulam pelo Instituto. Assista à apresentação completa Para os interessados em aprofundar o conhecimento sobre a importância do cuidado humanizado, a apresentação realizada na Aula Magna está disponível na íntegra. A participação específica sobre o tema da humanização começa no tempo [02:02:23]. Confira o vídeo completo no link

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Dia Internacional da Mulher e a força feminina

O dia 8 de março é uma data de celebração, mas também de reconhecimento da trajetória de luta e resistência das mulheres em todas as esferas da sociedade. No Dia Internacional da Mulher, o INCAvoluntário volta seu olhar para as pacientes e para as acompanhantes, que enfrentam os desafios do diagnóstico e do tratamento oncológico com coragem e determinação. No cenário da oncologia, o protagonismo feminino é evidente. De um lado, mulheres que lidam com a superação diária e a reafirmação de sua identidade e autoestima durante o tratamento. De outro, as cuidadoras — mães, filhas e esposas — que representam a grande maioria dos acompanhantes em unidades de saúde. Dados indicam que o cuidado no Brasil tem rosto feminino, e essas mulheres muitas vezes tornam-se o pilar invisível que sustenta a jornada de cura de seus familiares. O INCAvoluntário atua para que tanto as pacientes quanto suas cuidadoras encontrem um porto seguro. Entendemos que o acolhimento humanizado deve contemplar as necessidades específicas de cada mulher, oferecendo desde suporte material até o acolhimento emocional necessário para atravessar momentos de vulnerabilidade. Celebração e acolhimento no Dia Internacional da Mulher Para marcar o Dia Internacional da Mulher, o INCAvoluntário realizou uma programação especial dedicada a homenagear e fortalecer a rede de apoio feminina dentro do Instituto Nacional de Câncer (INCA). O evento promoveu uma série de ações de humanização que transformaram o ambiente hospitalar em um espaço de cuidado e renovação. Durante a programação, as participantes puderam desfrutar de um verdadeiro dia de beleza, com serviços de design de sobrancelhas e um relaxante spa dos pés. Além dos cuidados estéticos, as atividades estimularam a criatividade e a troca de experiências por meio de oficinas de biscuit e de turbantes, proporcionando momentos de leveza e resgate da autoestima para todas as presentes. Neste Dia Internacional da Mulher, o INCAvoluntário sustenta seu compromisso de estar ao lado de cada paciente e acompanhante, garantindo que a solidariedade e o respeito sejam a base de todo o processo de cuidado. Saiba como fazer parte dessa corrente do bem.

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O cenário das ONGs no Brasil em 2026

Um novo levantamento detalha a realidade e as perspectivas das organizações da sociedade civil no país, trazendo dados fundamentais para o fortalecimento do terceiro setor. O relatório “Panorama das ONGs: capítulo Brasil”, lançado pelo IDIS – Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social em parceria com a CAF (Charities Aid Foundation), revela que, apesar do aumento constante na demanda por serviços, as lideranças das ONGs demonstram otimismo e confiança na capacidade de resposta das instituições. O estudo, que integra o relatório global World Giving Report, destaca que a sustentabilidade financeira permanece como o desafio central para 66% das organizações brasileiras. Para enfrentar essa questão e garantir a continuidade de seus projetos, as ONGs têm apostado estrategicamente na diversificação de receitas, mantendo uma média de 3,9 fontes de financiamento. Os doadores individuais aparecem como a principal origem desses recursos, o que reforça a urgência de fortalecer a cultura de doação em todo o território nacional. Pilares de Resiliência no Terceiro Setor Além do aspecto financeiro, a pesquisa realizada pelo IDIS aponta que a resiliência das ONGs brasileiras depende de seis fatores determinantes: propósito, saúde operacional, evidências de impacto, pessoas e cultura, parcerias e o contexto externo. Embora existam obstáculos claros relacionados ao bem-estar das equipes e ao recrutamento de profissionais qualificados, as lideranças relatam uma forte capacidade de aprendizado e evolução institucional. Outro ponto relevante do estudo é a percepção pública. Para ampliar a legitimidade e atrair novos investimentos, muitas ONGs estão investindo em transparência, tecnologia e em uma comunicação de impacto mais eficiente. O documento também indica que essas instituições são reconhecidas como parceiras estratégicas na execução de políticas públicas e vetores de inovação social, embora ainda busquem ampliar sua representação nos processos decisórios nacionais. Em suma, o cenário para as ONGs no Brasil em 2026 reflete um setor que, mesmo diante de pressões operacionais e desafios de sustentabilidade, busca a profissionalização constante para garantir a entrega de serviços essenciais à população e o fortalecimento da democracia. Contribua com o INCAvoluntário O trabalho realizado pelo INCAvoluntário é fundamental para garantir assistência, suporte e humanização aos pacientes em tratamento no Instituto Nacional de Câncer. Para que as atividades e projetos continuem impactando positivamente centenas de vidas diariamente, o apoio da sociedade é indispensável. Apoie esta causa e ajude a transformar realidades. Clique aqui para realizar sua doação e fortalecer a rede de cuidados e solidariedade aos pacientes oncológicos.

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Lei municipal oficializa a Terapia do Riso em hospitais do Rio

A Lei nº 8.893/2025 estabelece um marco importante para a saúde pública no Rio de Janeiro ao permitir oficialmente a prática da Terapia do Riso e ações de humanização em equipamentos de saúde e casas de convivência. A nova legislação reconhece que o acolhimento lúdico auxilia no bem-estar de pacientes, acompanhantes e profissionais da área, validando o impacto positivo de atividades que buscam suavizar a rotina hospitalar. A importância da humanização no ambiente hospitalar. No INCAvoluntário, essa prática já faz parte do cotidiano por meio de parcerias com grupos de palhaçaria que percorrem as unidades do Instituto Nacional de Câncer. Grupos como Trupe Atrupalhados, Trupe Miolo Mole, Trupe Cabeça Oca, Médicos do Barulho e Sapato Velho são fundamentais nessa engrenagem, transformando corredores e enfermarias com intervenções que vão desde cortejos musicais e peças de teatro até eventos temáticos. Muitas vezes, o trabalho consiste simplesmente em caminhar pelo hospital para despertar sorrisos e oferecer um momento de escuta e leveza a quem enfrenta o tratamento oncológico. Consolidação de uma lei que garante o bem-estar A oficialização por meio da lei municipal garante que a arte e o riso caminhem lado a lado com o atendimento clínico, reforçando que o cuidado com o paciente deve ser integral. O trabalho desses voluntários ajuda a reduzir a ansiedade e fortalece os vínculos entre pacientes e a equipe de saúde, criando um ambiente mais acolhedor. Para o INCAvoluntário, a legislação é uma conquista que valoriza o esforço de todos os parceiros que dedicam tempo e talento para humanizar a assistência hospitalar no município. Seja um parceiro do INCAvoluntário. O fortalecimento das ações de humanização depende da união entre a sociedade e a instituição. Grupos artísticos e empresas que desejam contribuir com o bem-estar dos pacientes do INCA podem atuar junto ao INCAvoluntário em diversas frentes. Saiba como apoiar essa causa estabelecendo uma parceria, entre em contato e entenda como ajudar a transformar a experiência hospitalar.

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Humanização é a nova marca da pediatria do INCA após reforma

O tratamento oncológico infantil é uma jornada de resiliência, mas, a partir de agora, essa caminhada ganha contornos mais leves e coloridos no INCA. Graças à união de doadores e parceiros que transformaram um propósito comum em realidade, o Instituto entrega a reforma completa da área de recreação e do ambulatório pediátrico. A mudança é visível em cada detalhe. Onde antes havia apenas a espera, agora existe o lúdico. A sala de espera foi totalmente renovada, pensada para oferecer conforto desde o primeiro momento. A recreação infantil se tornou um refúgio de alegria, equipada com brinquedos novos, puffs aconchegantes e uma encantadora casa de boneca que promete ser o cenário de muitas histórias. Um espaço para cada fase Entendendo que o cuidado deve respeitar as diferentes idades, a nova área conta com um espaço exclusivo para os adolescentes. Com TV, videogame e mobiliário moderno, o setor oferece aos jovens um ambiente de desconexão da rotina hospitalar, preservando sua identidade e autonomia. A transformação também chegou à área assistencial. A quimioterapia foi completamente modernizada, recebendo novas cadeiras e leitos, além de uma expansão significativa no número de consultórios e no núcleo emergencial, garantindo mais agilidade e conforto técnico para os pacientes e a equipe médica. Vozes que transformam “No INCAvoluntário, acreditamos que cuidar vai muito além do tratamento clínico. Cuidar é olhar para a criança como criança, respeitando sua fase de vida, seus medos, necessidades e sonhos.” — Fernanda Vieira, Gerente-Geral do INCAvoluntário. O Diretor-Geral do INCA, Dr. Roberto Gil, também ressaltou a importância da parceria institucional: “A palavra hoje tem que ser gratidão. Gratidão ao INCAvoluntário, que faz um trabalho espetacular. Quem está nesta instituição há muito tempo, como eu, consegue ver que houve uma profissionalização e um amadurecimento que tornaram possível transformar doações em processos tão importantes como este.” Histórias que inspiram e humanizam Durante o evento de entrega do ambulatório, a madrinha do INCAvoluntário, Daniella Sarahyba, mediou uma mesa com ex-pacientes da pediatria: Mariana e Leonardo (conhecido como Leleco), que compartilharam suas trajetórias de superação. De paciente a médica Mariana, hoje com 30 anos, tratou um sarcoma de Ewing entre os 13 e 15 anos. Ela relembrou que, na época, não queria guardar lembranças do hospital, mas foi justamente ali que descobriu sua vocação. “Foi impossível não me inspirar nos profissionais incríveis que cuidaram de mim”, diz ela, que hoje é médica anestesista. “Meu tratamento foi muito mais do que quimioterapia; teve amor e acolhimento como base.” Superação através do esporte Leonardo, o Leleco, enfrentou um sarcoma no joelho aos 15 anos e precisou amputar uma das pernas. O jovem, que sonhava ser lutador de UFC, não deixou o diagnóstico interromper seus planos: hoje é professor de jiu-jitsu para mais de 70 crianças. Ele reforçou como a humanização promovida pelo INCAvoluntário foi vital: “Na salinha dos voluntários, a gente podia esquecer que estava fazendo um tratamento; não éramos resumidos apenas à doença.” Criança em Primeiro Lugar Uma criança é criança em primeiro lugar, antes de qualquer diagnóstico. O tratamento passa, mas a infância deve ser preservada. O novo espaço pediátrico do INCA é um lembrete diário para que, mesmo diante dos maiores desafios, a alegria e o cuidado podem — e devem — caminhar juntos. Este sonho sonhado junto agora pertence a cada pequeno guerreiro que passar por estas portas. Antes e Depois: A Força da Mudança

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Dia Mundial do Câncer

Com 781 mil novos casos estimados, união é o caminho para o cuidado ODia Mundial do Câncer, debatido no dia 4 de fevereiro, ganhou uma urgência ainda maior em 2026. Com a estimativa do INCA de que o Brasil registre781 mil novos casos da doença a cada ano nos próximos três anos, a data se consolida como um chamado à ação. Sob o tema “Unidos pelo Único”, a mobilização global deste ano reforça que a equidade no tratamento e a força da rede de apoio são pilares tão fundamentais para a cura quanto o próprio diagnóstico precoce. O cenário da doença para os próximos anos Os novos dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) revelam um desafio crescente para a saúde pública. Entre os tumores com maior incidência no Brasil, o câncer de pele não melanoma segue na liderança, acompanhado de perto pelos cânceres de mama e próstata. No entanto, o aumento de casos de câncer de cólon e reto acende um alerta sobre a importância de hábitos de vida saudáveis e do acompanhamento médico constante. Veja o evento do INCA sobre o Dia Mundial do Câncer 2026 A importância da rede de apoio no Dia Mundial do Câncer Nesta edição do Dia Mundial do Câncer, o foco está em reduzir as desigualdades que impedem muitos pacientes de acessar o tratamento adequado. No INCAvoluntário, entendemos que, como área social do Instituto, o acolhimento está inteiramente ligado a esse propósito. Enquanto a medicina cuida do corpo, o voluntariado cuida do social e do bem-estar de quem está em tratamento. “A prevenção e o tratamento avançam com a tecnologia, mas o suporte humano é o que sustenta o paciente nas etapas mais difíceis”, ressalta a Coordenadora de Desenvolvimento Institucional do INCAvoluntário, Bruna Rodrigues. Como agir diante dessa estimativa? Para que as estatísticas dos próximos anos comecem a recuar, a conscientização precisa se transformar em atitude prática. O combate à doença passa por três frentes essenciais: O combate ao câncer é uma jornada coletiva. Neste 4 de fevereiro, utilize a informação como ferramenta de prevenção e a solidariedade como ponte para a esperança. 

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Janeiro Branco

O cuidado de quem cuida como pilar da saúde integral no Terceiro Setor O mês de janeiro abre o calendário anual com uma provocação necessária. “Quem cuida da mente, cuida da vida”. Criada para conscientizar sobre a saúde mental, a campanha Janeiro Branco ganha contornos ainda mais urgentes em 2026. Para o terceiro setor, e especificamente para instituições que atuam na linha de frente do combate ao câncer, o tema deixa de ser apenas uma reflexão e passa a ser uma estratégia de sobrevivência e eficiência social. Janeiro Branco coloca Brasil diante do espelho Segundo dados consolidados do Ministério da Saúde e do Ministério da Previdência Social, o Brasil vive uma crise silenciosa. Em 2024, o país registrou um aumento de 68% nos afastamentos trabalhistas por transtornos mentais e comportamentais. Com cerca de 9,3% da população sofrendo de ansiedade, o Brasil lidera o ranking mundial da OMS nesse quesito. No contexto das Doenças Não Transmissíveis (DNTs), como o câncer, a saúde mental é um divisor de águas. Estudos indicam que o bem-estar emocional do paciente influencia diretamente na adesão ao tratamento e na qualidade de vida. No entanto, o Janeiro Branco 2026 traz um novo holofote: a saúde mental dos profissionais e voluntários que sustentam essa rede de apoio. O sesafio no Terceiro Setor Trabalhar em ONGs e instituições de apoio à saúde exige um alto nível de entrega emocional. O fenômeno do burnout (esgotamento profissional) tem sido uma preocupação crescente. Pesquisas recentes indicam que mais de 50% dos colaboradores do terceiro setor relatam preocupação constante com sua saúde mental, citando a sobrecarga de demandas e a carga emocional do acolhimento como principais fatores de estresse. Para o INCAvoluntário, onde o contato com a vulnerabilidade é diário, promover a saúde mental é garantir que a “corrente do bem” não se rompa. Não é possível oferecer acolhimento de qualidade se quem acolhe está exausto. O cuidado com o colaborador é o que garante a sustentabilidade da missão proposta pela instituição. Tendências para 2026. Do bem-estar à Legislação A conscientização agora vem acompanhada de obrigatoriedade. A atualização da Norma Regulamentadora 1 (NR-1) estabelece que, até maio de 2026, as organizações devem implementar mecanismos para identificar e mitigar riscos psicossociais no ambiente de trabalho. Isso inclui: Saúde mental é saúde integral A visão moderna de saúde, defendida pelo Ministério da Saúde, é a da integralidade. Isso significa entender que o corpo e a mente não funcionam em compartimentos isolados. No tratamento oncológico, o apoio emocional é parte do protocolo de cura. Neste Janeiro Branco, o INCAvoluntário reitera seu compromisso com os pacientes, familiares e com cada coração que dedica seu tempo a transformar vidas. Afinal, para mudar o mundo lá fora, é preciso primeiro estar em paz com o mundo aqui dentro.

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Instituto Dahuer em parceria com o INCAvoluntário

Instituto Dahuer e INCAvoluntário ampliam o acesso ao protetor solar para pacientes em tratamento oncológico O Instituto Dahuer, em parceria com o INCAvoluntário, tem contribuído diretamente para a melhoria da qualidade de vida de pacientes em tratamento no Instituto Nacional de Câncer (INCA) por meio da doação mensal de protetores solares. Desde 2025, a união entre as duas organizações do Terceiro Setor tem garantido mais segurança, conforto e dignidade a pessoas em quimioterapia e radioterapia, demonstrando como o trabalho conjunto amplia o alcance das ações em saúde. Proteção da pele no tratamento oncológico Para pacientes oncológicos, especialmente aqueles submetidos à quimioterapia e à radioterapia, o cuidado com a pele integra o próprio processo terapêutico. A sensibilidade aumenta, assim como os riscos de lesões causadas pela exposição ao sol. De acordo com Thiago Duwe, diretor executivo do Instituto Dahuer, o protetor solar desempenha um papel direto na rotina do paciente. “A pele fica muito sensível durante o tratamento. Nesse cenário, o protetor solar contribui para preservar a saúde, possibilita que o paciente mantenha atividades ao ar livre com mais tranquilidade e favorece o bem-estar”, explica. No Brasil, onde a incidência solar é elevada, esse cuidado se torna ainda mais relevante. O uso contínuo ajuda a reduzir riscos dermatológicos e auxilia na prevenção de novas complicações, inclusive em pacientes com histórico de câncer de pele. Instituto Dahuer e o acesso a um item essencial Apesar da importância do protetor solar, seu valor elevado dificulta o acesso para muitas famílias atendidas pelo SUS. Por esse motivo, a atuação do Instituto Dahuer junto ao INCAvoluntário tem impacto direto na vida dos pacientes. Desde 2025, cerca de 100 unidades são doadas mensalmente, permitindo que o INCAvoluntário atenda o maior número possível de pessoas com recomendação da equipe de dermatologia do hospital. A distribuição segue critérios técnicos e prioriza quem necessita da proteção diariamente. “Manter esse cuidado de forma regular faz toda a diferença. O protetor solar está diretamente ligado à segurança do paciente durante o tratamento”, ressalta Thiago. A importância das parcerias no Terceiro Setor Na avaliação do diretor executivo, a parceria entre o Instituto Dahuer e o INCAvoluntário contribui para ampliar a atuação das duas instituições. “Quando caminhamos ao lado de um órgão de referência como o INCA, conseguimos dar mais visibilidade à causa e alcançar um público maior. Duas organizações do Terceiro Setor trabalhando juntas conseguem resultados que dificilmente seriam obtidos de forma isolada”, afirma. Thiago também destaca o papel do INCAvoluntário na articulação com a sociedade civil. “O programa tem uma estrutura que facilita a construção de parcerias e aproxima empresas, instituições e voluntários das ações em saúde”, observa. A cooperação entre as organizações também está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, especialmente o ODS 17, voltado à construção de parcerias. “Sem esse trabalho conjunto, muitas iniciativas não chegariam às pessoas que precisam”, pontua. A trajetória social do Instituto Dahuer O Instituto Dahuer surgiu a partir da vocação social do Laboratório Dahuer, empresa com quase 40 anos de atuação. Antes mesmo da criação formal do Instituto, a organização já realizava ações de filantropia, com doações de protetores solares e apoio a grupos em situação de vulnerabilidade. Durante a pandemia da Covid-19, esse compromisso se intensificou com a produção e distribuição de álcool em gel para órgãos de saúde e caminhoneiros, em um período marcado por escassez de insumos. A iniciativa fortaleceu a atuação social da empresa. Em 2023, a estruturação de um setor próprio de responsabilidade social resultou na criação do Instituto Dahuer, oficializado em outubro daquele ano. Desde então, a instituição atua no apoio a pacientes oncológicos, especialmente pessoas com câncer de pele, além de desenvolver ações educativas e de conscientização. Impacto direto na rotina dos pacientes A parceria entre o Instituto Dahuer e o INCAvoluntário transforma o compromisso institucional em benefícios concretos para quem está em tratamento. A doação contínua dos protetores solares contribui para reduzir desconfortos, prevenir complicações e facilitar a rotina dos pacientes. Para o Instituto Dahuer, unir esforços com outras organizações é uma forma de ampliar resultados. “Acreditamos que parcerias bem estruturadas permitem levar atendimento de qualidade a um número maior de pessoas”, afirma Thiago Duwe. Compromisso com a humanização do cuidado Ao longo dos anos, o INCAvoluntário tem consolidado uma rede de parceiros voltada para o cuidado integral dos pacientes. A parceria com o Instituto Dahuer exemplifica como a cooperação entre organizações do Terceiro Setor fortalece iniciativas, amplia o acesso a recursos e contribui para um atendimento mais próximo e sensível às necessidades de cada pessoa. Por meio dessa união, o Instituto Dahuer ajuda a transformar o protetor solar em um instrumento de proteção, autonomia e qualidade de vida para pacientes oncológicos.

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Volta às aulas dos pacientes do INCA

Volta escolar reforça a continuidade dos estudos de pacientes em tratamento no INCA A volta escolar representa mais do que o retorno às salas de aula para crianças, adolescentes e adultos em tratamento no Instituto Nacional de Câncer (INCA). Para o INCAvoluntário, esse momento simboliza a manutenção de vínculos, rotinas e projetos de vida que ajudam a tornar o tratamento mais leve em diferentes dimensões. Por isso, todos os anos, a organização realiza a entrega de kits de material escolar a pacientes regularmente matriculados no ano letivo vigente. Educação e tratamento caminham juntos durante o cuidado O diagnóstico de câncer, especialmente na infância e adolescência, costuma provocar mudanças profundas na rotina familiar. Entre elas, a interrupção ou a dificuldade de acompanhar a vida escolar aparece como um dos impactos mais frequentes. Estudos apontam que crianças e adolescentes em tratamento oncológico enfrentam afastamentos prolongados da escola devido a internações, efeitos colaterais das terapias e limitações físicas, o que pode gerar atrasos no aprendizado e dificuldades de reintegração escolar. Além disso, questões financeiras relacionadas ao tratamento também pesam no orçamento familiar, tornando o início do ano letivo ainda mais desafiador. Nesse contexto, ações voltadas à educação ganham relevância ao contribuir para a permanência do paciente na escola e para a preservação de uma rotina que vai além da doença. A volta escolar como parte do processo de tratamento Manter o vínculo com a escola durante o tratamento é reconhecido como um fator que contribui para o bem-estar emocional dos pacientes. A volta escolar ajuda a reforçar a identidade da criança ou do adolescente como estudante, promovendo socialização, autoestima e sensação de pertencimento — aspectos importantes para enfrentar o período de tratamento com mais equilíbrio. No caso de pacientes adultos, especialmente aqueles matriculados em cursos superiores, a continuidade dos estudos também representa a possibilidade de manter planos futuros ativos, mesmo diante das dificuldades impostas pelo tratamento. Kits de material escolar fortalecem a continuidade dos estudos Todos os anos, o INCAvoluntário distribui cerca de 200 kits de material escolar para pacientes de 3 a 18 anos e também para adultos que estejam cursando o ensino superior. Os kits são montados de acordo com a faixa etária e contemplam itens como cadernos, canetas, pastas, agenda, estojo e outros materiais que variam conforme a necessidade de cada estudante. A separação por idade é pensada justamente para atender às demandas específicas de cada etapa escolar, garantindo que o material seja adequado à realidade educacional do paciente. Critérios que garantem o vínculo com a escola no ano vigente A entrega dos kits é realizada exclusivamente para pacientes que comprovam matrícula no ano letivo vigente. Esse critério reforça o compromisso do INCAvoluntário com a permanência escolar e com o incentivo à educação como parte do cuidado integral. A ação integra um conjunto de iniciativas da instituição que buscam apoiar o paciente para além do tratamento médico, considerando aspectos sociais, emocionais e educacionais como componentes importantes do processo de cuidado. A volta escolar vista pelas famílias dos pacientes Para muitas famílias, o material escolar representa um apoio direto em um período marcado por gastos elevados. Luciana, mãe da paciente Ester, é uma das responsáveis que recebem o kit anualmente e destaca o impacto da iniciativa no cotidiano da família. “Todo ano eu pego porque é uma ajuda muito grande, temos muitos gastos no início do mês, então ter o INCAvoluntário com esses doadores maravilhosos que conseguem nos dar essa ajuda é muito bom. Eu fico muito feliz mesmo e minha filha também”, relata. Estudar também é cuidar da saúde emocional Ao investir na volta escolar, o INCAvoluntário reforça a compreensão de que cuidar do paciente vai além do tratamento clínico. A educação aparece como uma ferramenta de humanização, capaz de preservar sonhos, rotinas e perspectivas futuras, mesmo durante um período delicado. Dessa forma, cada kit entregu representa a continuidade de histórias, o fortalecimento da esperança e o compromisso de tornar o tratamento mais leve em todas as áreas possíveis da vida do paciente. Saiba como apoiar.

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Panorama do Terceiro Setor na saúde global

Fortalecer sistemas de saúde, reduzir desigualdades e responder a crises sanitárias complexas estão no centro das discussões do Terceiro Setor na saúde ao redor do mundo. Em diferentes países, organizações da sociedade civil ampliam sua atuação ao lado de governos, organismos internacionais e comunidades locais, contribuindo para respostas mais ágeis, humanas e conectadas às reais necessidades da população. Nos últimos anos, esse movimento ganhou ainda mais relevância diante de desafios globais que ultrapassam fronteiras, como, mudanças climáticas, avanço das doenças crônicas e a necessidade de inovação nos modelos de cuidado. Cobertura universal de saúde e equidade no acesso Garantir acesso à saúde para populações historicamente excluídas segue como uma das prioridades globais. Países-membros da ONU assumiram o compromisso de ampliar a cobertura universal de saúde, alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, com a meta de incluir mais de um bilhão de pessoas em sistemas de cuidado. Nesse cenário, o Terceiro Setor atua como ponte entre políticas públicas e territórios vulnerabilizados. ONGs e organizações sociais aproximam serviços de saúde de comunidades onde o Estado e o setor privado enfrentam limitações, ampliando o alcance do cuidado e reforçando o princípio da equidade. Saúde e mudanças climáticas são uma agenda integrada A relação entre saúde e meio ambiente passou a ocupar espaço estratégico nas discussões globais. O impacto das mudanças climáticas sobre a saúde pública — como o ressurgimento de doenças, eventos extremos e agravamento de condições crônicas — impulsionou organizações de saúde a defenderem políticas ambientais mais robustas. Nesse contexto, o Terceiro Setor contribui para integrar a saúde à pauta climática, apoiando iniciativas que promovem modelos de desenvolvimento mais sustentáveis e práticas de baixo carbono no setor da saúde, além de ações educativas voltadas à prevenção de riscos ambientais. Doenças crônicas e saúde mental no centro do cuidado Paralelamente às doenças infecciosas, cresce a preocupação com o avanço das doenças não transmissíveis, como câncer, diabetes e problemas cardiovasculares. A saúde mental também ganha destaque, diante do aumento de afastamentos e adoecimentos relacionados a questões emocionais e sociais. Como resposta, organizações da sociedade civil vêm ampliando ações voltadas ao cuidado integral, considerando aspectos físicos, emocionais e sociais. Essa abordagem mais ampla fortalece vínculos, promove bem-estar e reconhece o paciente para além do diagnóstico. Transformação digital e inovação em saúde A incorporação de tecnologias digitais tem redefinido a forma como o cuidado em saúde é pensado e executado. Telemedicina, inteligência artificial e análise de dados já fazem parte de projetos desenvolvidos pelo Terceiro Setor em diferentes países. Essas ferramentas contribuem para ampliar o acesso, personalizar atendimentos, antecipar riscos e tornar as intervenções mais ágeis, especialmente em regiões com escassez de recursos ou profissionais de saúde. Gestão, participação social e fortalecimento dos sistemas públicos Outro eixo relevante é a atuação do Terceiro Setor na gestão de serviços de saúde e na promoção da participação social. Organizações sociais desempenham papel ativo na administração de unidades, na escuta da população e no fortalecimento de políticas públicas. No Brasil, essa atuação dialoga diretamente com os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), reforçando a importância da participação da sociedade civil nas decisões e na construção de um sistema mais acessível e humanizado. Em nível internacional, o mesmo modelo inspira sistemas de saúde mais inclusivos e conectados às comunidades. Um movimento global com impacto local Ao integrar essas diferentes frentes, o Terceiro Setor reafirma seu papel como agente de transformação na saúde global. Seja ampliando o acesso, promovendo inovação ou fortalecendo a participação social, essas organizações ajudam a construir respostas mais humanas, sustentáveis e alinhadas aos desafios contemporâneos. No contexto do INCAvoluntário, esse panorama reforça a importância da atuação social como parte indissociável do cuidado em saúde, conectando experiências globais às práticas que transformam, diariamente, a vida de pacientes, acompanhantes e profissionais.

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Projetos sociais na saúde: conheça o Banco do Bem

Banco do Bem aprova 13 projetos para 2026 e amplia melhorias no ambiente hospitalar do INCA O Banco do Bem, iniciativa do INCAvoluntário, aprovou 13 projetos para execução em 2026. As ações integram um conjunto de projetos sociais na saúde voltados à humanização dos espaços hospitalares e ao cuidado de pacientes, acompanhantes e profissionais do INCA.O investimento total previsto é de aproximadamente R$ 316 mil, direcionado a ações que impactam diretamente o bem-estar de pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde do INCA. As iniciativas contempladas reforçam uma visão integrada do cuidado, que passa pela infraestrutura, pela humanização dos espaços e pela aquisição de equipamentos e treinamentos que contribuem para uma experiência mais acolhedora dentro do ambiente hospitalar. Projetos aprovados para 2026 Os projetos selecionados para 2026 abrangem diferentes frentes do cuidado, com foco na melhoria dos ambientes de atendimento, na segurança assistencial e na reabilitação de pacientes. Entre as iniciativas aprovadas estão ações voltadas à criação e qualificação de espaços de curativos, à humanização de áreas de radioterapia, ao fortalecimento da experiência de pacientes e doadores na hemoterapia e à implantação de ambientes mais acolhedores para quem aguarda sessões de quimioterapia. Também integram a lista projetos voltados à capacitação e segurança, como treinamentos específicos na área cardiopulmonar e no acompanhamento de pacientes protetizados após amputação por câncer, além da aquisição de equipamentos que ampliam a capacidade diagnóstica e assistencial do INCA. A proposta do Banco do Bem para 2026 reafirma o cuidado com cada etapa da jornada do paciente, considerando o impacto que o ambiente hospitalar exerce sobre quem está em tratamento, quem acompanha e quem atua diariamente na assistência. O que foi realizado em 2025 Em 2025, o Banco do Bem aprovou 18 projetos, com 12 iniciativas já finalizadas. Outros cinco projetos seguem em andamento, envolvendo doação judicial, obras e ações estruturais. A previsão inicial de investimento no período foi de cerca de R$ 505 mil, com execução estimada em aproximadamente R$ 196 mil. Considerando as ações concluídas e em curso, o volume total relacionado ao Banco do Bem em 2025 chega a aproximadamente R$ 595 mil, reforçando a continuidade e o alcance do projeto ao longo do ano. Quando o cuidado também passa pelo espaço Criado pelo INCAvoluntário, o Banco do Bem parte do entendimento de que o tratamento oncológico envolve mais do que procedimentos médicos. Melhorar espaços, reformar ambientes e viabilizar equipamentos adequados contribui diretamente para um cuidado mais humano, seguro e respeitoso. Ao direcionar recursos para melhorias estruturais e funcionais, o projeto fortalece o ambiente hospitalar como um espaço de acolhimento, contribuindo para a qualidade do tratamento e para a rotina de pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde do INCA. Saiba mais informações sobre o Banco do Bem. Como apoiar o Banco do Bem e outros projetos do INCAvoluntário O impacto do Banco do Bem é resultado da mobilização de pessoas e parceiros que acreditam na solidariedade como parte do cuidado em saúde. Quem deseja contribuir pode apoiar o Banco do Bem ou conhecer outros projetos do INCAvoluntário voltados ao atendimento de pacientes em tratamento no INCA. Conheça mais sobre os projetos do INCAvoluntário e como fazer sua doação, acessando.

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