INCAvoluntário

Voluntária transforma livro em apoio a pacientes do INCA

Quando o voluntariado ganha novas formas de transformar vidas A solidariedade pode assumir diferentes formas e algumas delas surpreendem. É o caso da voluntária Gabriela Salomão Vaz Moreira, que há mais de uma década dedica seu tempo ao INCAvoluntário, atuando na recreação infantil. Agora, ela amplia esse impacto por meio da escrita, transformando seu livro, “Minha Conversa com Deus”, em uma ação concreta de doação, revertendo integralmente a renda das vendas para a instituição. Ao todo, a iniciativa já arrecadou R$ 12.400 (doze mil e quatrocentos reais), valor destinado ao apoio de pacientes oncológicos atendidos pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA). Mais do que um resultado financeiro, a ação reforça o papel do voluntariado no terceiro setor e mostra como talentos individuais podem se transformar em instrumentos de cuidado coletivo. Da escrita pessoal à doação coletiva O livro nasceu de forma espontânea, a partir de reflexões pessoais que Gabriela começou a registrar há cerca de dois anos e meio. Inicialmente compartilhados com amigos e familiares, os textos ganharam espaço nas redes sociais e passaram a alcançar um público cada vez maior. Com o incentivo dos leitores, as reflexões se transformaram em um projeto maior. A primeira edição foi distribuída gratuitamente, mas a demanda crescente levou à criação de uma segunda tiragem e, dessa vez, com vendas destinadas integralmente à doação. “Foi algo muito natural. As pessoas começaram a pedir exemplares para presentear outras, e eu percebi que poderia transformar isso em uma forma de ajudar ainda mais”, explica Gabriela. Fé, propósito e ação A escrita de Gabriela também é atravessada pela espiritualidade, um elemento que, segundo ela, está diretamente ligado ao cuidado com o outro. Sem se limitar a uma religião específica, sua visão parte do princípio de que a fé precisa se traduzir em atitudes concretas. “Independentemente da crença, a fé não pode ter as mãos vazias. Ela precisa se manifestar em atitudes, no olhar empático ao outro, especialmente a quem mais precisa”, destaca. Essa perspectiva dialoga diretamente com sua trajetória no voluntariado e com a decisão de transformar o livro em uma iniciativa solidária. Voluntariado como propósito de vida A relação de Gabriela com o INCAvoluntário começou há mais de dez anos e se mantém ativa até hoje. Sua atuação na recreação infantil evidencia uma das dimensões mais importantes do voluntariado: o cuidado emocional e humano durante o tratamento oncológico. Para ela, doar tempo é uma das formas mais valiosas de contribuição. “O tempo é o nosso maior ativo. Quando você escolhe dedicar parte dele ao outro, isso transforma não só quem recebe, mas também quem doa”, afirma a voluntária. Além da atuação voluntária do INCAvoluntário, Gabriela também contribui com o terceiro setor em outras frentes. É conselheira na Fundação do Câncer, na Fundação Roberto Marinho, com foco em educação, na Fundação Casa Santa Inês e, mais recentemente, passou a integrar o conselho da Fundação do Cérebro Paulo Niemeyer. Essa vivência foi determinante para a decisão de destinar toda a renda do livro à instituição. O vínculo com os pacientes e suas famílias fortaleceu a percepção de que qualquer contribuição — financeira ou não — tem impacto direto na qualidade do atendimento. Impacto real no apoio ao paciente oncológico No contexto do terceiro setor, iniciativas como essa são fundamentais para complementar o cuidado oferecido aos pacientes. Recursos arrecadados ajudam a viabilizar ações que tornam o tratamento mais humanizado, acolhedor e digno. Gabriela destaca que cada contribuição faz diferença: “Existem muitas necessidades que vão além do tratamento médico. Tudo o que ajuda a trazer mais conforto e humanidade para os pacientes é essencial.” O livro se tornou um canal de mobilização. A expectativa de Gabriela é que a leitura desperte nos leitores um olhar mais atento às necessidades ao redor e incentive novas ações solidárias. “Não faz sentido ignorar quem precisa de ajuda tão perto de nós. Pequenas atitudes já fazem uma grande diferença”, ressalta. Ser voluntário, além do óbvio A história de Gabriela reforça a mensagem que o voluntariado não se limita a ações presenciais ou tradicionais. Ele pode surgir de habilidades pessoais, iniciativas criativas e novas formas de engajamento. Seja doando tempo, talento ou recursos, o essencial é o compromisso com o outro. Em um cenário em que o terceiro setor depende cada vez mais da participação da sociedade, exemplos como esse mostram que qualquer pessoa pode contribuir, e que, muitas vezes, um gesto individual pode gerar um impacto coletivo significativo. A iniciativa de Gabriela Salomão Vaz Moreira é um retrato claro de como a doação e o voluntariado podem caminhar juntos. Ao transformar um projeto pessoal em uma ação solidária, ela amplia o alcance do cuidado e inspira outras pessoas a fazerem o mesmo. Porque, no fim, ajudar pode começar de muitas formas, até mesmo com uma página em branco. Se interessou pelo livro? Só entrar em contato com a Gabriela pelo instagram e ajude a causa.

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FIFE destaca voluntariado do INCAvoluntário

O voluntariado do INCAvoluntário ganhou espaço em um dos encontros mais relevantes do país voltados à filantropia e à gestão social. Durante o Fórum Internacional de Filantropia (FIFE), realizado em Recife, a instituição apresentou uma experiência que vem chamando atenção pela forma como conecta estratégia, comunicação e engajamento: a gamificação aplicada à mobilização de voluntários. A participação foi conduzida por Fernanda Vieira, Gerente-Geral do INCAvoluntário, e Carolina Framback Cardoso, Líder de comunicação, que compartilharam com o público um case construído a partir da rotina da organização e das necessidades reais enfrentadas no apoio a pacientes oncológicos. Estratégia que nasce da prática e gera conexão Ao longo da palestra, o foco esteve na construção de um sistema capaz de engajar voluntários de forma contínua, reconhecendo suas contribuições e fortalecendo o vínculo com a causa. A proposta da gamificação surgiu como uma resposta a um desafio comum no Terceiro Setor: manter pessoas mobilizadas ao longo do tempo, com propósito e clareza de impacto. Mais do que uma tendência, a iniciativa apresentada mostrou como ferramentas simples, quando bem aplicadas, podem transformar a experiência do voluntariado. O modelo desenvolvido pelo INCAvoluntário organiza ações, cria metas e valoriza a participação ativa, contribuindo para uma atuação mais estruturada e motivadora. Troca de experiências fortalece o Terceiro Setor A presença no FIFE também abriu espaço para o diálogo com outras organizações de diferentes regiões do Brasil. Nesse contexto, a circulação de ideias e práticas se torna um ponto central para o fortalecimento do campo social, ampliando possibilidades e inspirando novas iniciativas. Fernanda Vieira destacou a importância desse momento de troca: “É um prazer imenso poder levar o voluntariado do INCAvoluntário aqui para o FIFE, em Recife, e compartilhar com outras organizações a nossa experiência.” Já Carolina Framback Cardoso trouxe um olhar pessoal sobre a trajetória do projeto apresentado: “Tive a ideia da gamificação em uma palestra que assisti aqui no FIFE. Então, voltar depois de dois anos como palestrante, mostrando como isso se tornou um case de sucesso, é muito incrível e gratificante.” Quando inovação encontra propósito Embora o tema da gamificação possa parecer técnico à primeira vista, sua aplicação no contexto do INCAvoluntário revela algo mais direto: a capacidade de aproximar pessoas de uma causa e tornar o voluntariado mais acessível, organizado e reconhecido. Nesse cenário, iniciativas como essa ajudam a reposicionar o papel da comunicação dentro das organizações sociais, ampliando seu impacto e contribuindo para uma atuação mais conectada com os desafios atuais do Terceiro Setor. Ao levar essa experiência ao FIFE, o INCAvoluntário reforça que compartilhar conhecimento que nasce na prática pode inspirar outras instituições a fortalecerem suas próprias redes de apoio.

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ONU elege 2026 como o ano internacional do voluntariado

ONU elege 2026 como o Ano Internacional do Voluntariado

O reconhecimento global do voluntariado ganha um novo capítulo em 2026. A Assembleia Geral das Nações Unidas declarou o próximo ano como o Ano Internacional do Voluntariado para o Desenvolvimento Sustentável, destacando voluntários como agentes centrais da Agenda 2030. A iniciativa busca fortalecer sociedades mais resilientes, ampliar a coesão social e acelerar soluções para desafios globais. No Instituto Nacional de Câncer, esse protagonismo já faz parte da história há décadas e se reflete no trabalho contínuo do INCAvoluntário. Um movimento global que valoriza o impacto do voluntariado A escolha de 2026 reforça o papel estratégico do trabalho voluntário na construção de respostas sociais sustentáveis. Em diferentes países, voluntários atuam na promoção da saúde, na redução das desigualdades e no apoio a populações em situação de vulnerabilidade. Além disso, o reconhecimento internacional também amplia a visibilidade de iniciativas que contribuem diretamente para o bem-estar coletivo e para o fortalecimento das redes de solidariedade. Nesse cenário, o voluntariado passa a ser compreendido como parte estruturante das políticas de desenvolvimento. A mobilização proposta pela ONU convida instituições, organizações sociais e a sociedade civil a ampliarem a participação cidadã e a valorização de quem dedica tempo e conhecimento ao cuidado com o outro. A história do voluntariado no INCA atravessa décadas No Instituto Nacional de Câncer, o trabalho voluntário acompanha a trajetória da própria instituição desde a década de 1920, quando ações solidárias já eram realizadas com o objetivo de acolher pacientes e familiares. Com o passar dos anos, essas iniciativas foram se estruturando e, há mais de duas décadas, ganharam formalização com a criação do INCAvoluntário. Desde então, o programa consolidou uma rede de voluntários que atua em diferentes frentes, contribuindo para a humanização do tratamento oncológico, apoio social, atividades culturais e ações que promovem qualidade de vida durante o cuidado. Ao longo desse período, o INCAvoluntário também ampliou parcerias, fortaleceu projetos e estruturou processos que garantem organização e continuidade das atividades. Celebrações que reforçam o protagonismo voluntário Todos os anos, o INCAvoluntário promove ações especiais para valorizar quem dedica tempo e cuidado aos pacientes do Instituto. As celebrações do Dia Nacional do Voluntariado e do Dia Internacional do Voluntariado fazem parte desse calendário e destacam o impacto das iniciativas realizadas dentro das unidades hospitalares. Esses momentos reúnem voluntários, parceiros e equipes em atividades que reconhecem trajetórias, compartilham histórias e reforçam a importância do trabalho coletivo. Além disso, as comemorações também ampliam a visibilidade do voluntariado como ferramenta de transformação social e incentivo à participação cidadã. Um reconhecimento global que dialoga com a atuação do INCAvoluntário O Ano Internacional do Voluntariado em 2026 chega como uma oportunidade de mobilização mundial que se conecta diretamente com a atuação do INCAvoluntário, que há mais de 20 anos estrutura e valoriza o trabalho voluntário dentro do Instituto Nacional de Câncer. Ao longo dessa trajetória, o voluntariado tem contribuído para tornar o ambiente hospitalar mais acolhedor, aproximar a sociedade do cuidado oncológico e promover ações que impactam a vida de milhares de pacientes e acompanhantes. O reconhecimento da ONU reafirma uma realidade vivida diariamente no INCA: o voluntariado transforma experiências, fortalece vínculos e amplia a rede de apoio dentro do tratamento. Em 2026, essa força ganha ainda mais visibilidade, reafirmando o papel do voluntário como agente de cuidado, solidariedade e transformação social.

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Doação da Bristol Myers Squibb ao INCAvoluntário

Parceria entre Bristol Myers Squibb e INCAvoluntário gera doação em apoio aos pacientes em tratamento no INCA O INCAvoluntário recebeu a doação da Bristol Myers Squibb Brasil (BMS Brasil), resultado da participação da companhia no programa global Continent 2 Continent 4 Cancer (C2C4C). A iniciativa mobilizou colaboradores em uma jornada solidária de ciclismo e arrecadou mais de R$ 80 mil destinados ao apoio às ações voltadas aos pacientes atendidos pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA). A parceria foi construída ao longo de 2025, fortalece a promoção do cuidado oncológico, a pesquisa e a melhoria da qualidade de vida de pacientes e familiares. A contribuição integra um movimento global que une colaboradores da companhia em diferentes países para arrecadar recursos voltados à luta contra o câncer. Ciclismo solidário C2C4C mobilizou colaboradores na América Latina Entre os dias 1.º e 9 de dezembro, funcionários da Bristol Myers Squibb participaram do Continent 2 Continent 4 Cancer 2025, percorrendo cerca de 900 quilômetros de bicicleta pelo Chile. O desafio reuniu 45 colaboradores de oito países — Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México, Peru, Porto Rico e Estados Unidos — que passaram por cinco meses de treinamento intensivo para completar o percurso. A motivação dos participantes teve um significado pessoal. Muitos ciclistas pedalaram em homenagem a pessoas queridas impactadas pelo câncer, enquanto outros participaram após vivenciar a doença diretamente. A iniciativa teve como objetivo arrecadar recursos para instituições latino-americanas dedicadas ao cuidado oncológico, entre elas o INCA, por meio do INCAvoluntário. Desde a chegada do programa à América Latina, em 2022, mais de US$ 250 mil já foram destinados a organizações que atuam no apoio a pacientes com câncer. Globalmente, a iniciativa soma mais de US$ 21 milhões arrecadados ao longo de mais de uma década, beneficiando projetos de prevenção, pesquisa e assistência. Recursos arrecadados fortalecem apoio aos pacientes do INCA Em 2025, o INCA, por meio do INCAvoluntário, foi uma das instituições beneficiadas no Brasil. A colaboração tem um significado especial, considerando o papel do Instituto como órgão auxiliar do Ministério da Saúde na coordenação das ações de prevenção e controle do câncer no país, além da assistência médico-hospitalar gratuita oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS). As ações sociais e atividades voluntárias desenvolvidas no Instituto são planejadas pelo INCAvoluntário, que atua no acolhimento e no apoio aos pacientes durante o tratamento, promovendo iniciativas que contribuem para o bem-estar e a humanização do cuidado. Para a Bristol Myers Squibb Brasil, a parceria representa o alinhamento entre o propósito do INCA e a missão da companhia de transformar a vida dos pacientes por meio da ciência. A iniciativa também amplia o impacto social do trabalho realizado pelas instituições públicas de saúde e fortalece o engajamento em torno da redução do impacto do câncer na sociedade. INCAvoluntário coordena ações sociais voltadas aos pacientes O Continent 2 Continent 4 Cancer é uma iniciativa global da Bristol Myers Squibb criada em 2014, inicialmente nos Estados Unidos, e que ao longo dos anos expandiu-se para Europa, Japão e América Latina. O programa promove desafios de ciclismo solidário com o objetivo de arrecadar recursos para organizações que atuam no cuidado oncológico, além de incentivar o engajamento dos colaboradores com a causa. Iniciativa global conecta colaboradores na luta contra o câncer A Bristol Myers Squibb é uma empresa biofarmacêutica global dedicada à descoberta e ao desenvolvimento de medicamentos inovadores para o tratamento de doenças graves, incluindo o câncer. A companhia mantém iniciativas de responsabilidade social voltadas ao fortalecimento do cuidado em saúde e ao apoio a organizações que atuam diretamente com pacientes. A Union for International Cancer Control (UICC) é uma organização global dedicada à luta contra o câncer, com cerca de 1.100 membros em 172 países. A instituição atua para promover maior equidade no acesso ao tratamento, fortalecer políticas públicas e reduzir o impacto global da doença.

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INCA abre as portas para seus novos colaboradores e residentes

A força da humanização na integração de novos colaboradores e alunos O que significa, na prática, humanizar o cuidado oncológico no SUS? Essa reflexão central deu o tom das recentes participações do INCAvoluntário em eventos institucionais do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Ao longo do mês de março, a área social da instituição reafirmou seu papel estratégico para os novos profissionais e estudantes que passam a integrar o corpo técnico do maior centro formador em oncologia da América Latina. Formar para transformar e acolhimento na Aula Magna No dia 2 de março, a Aula Inaugural dos Programas e Cursos do INCA 2026 marcou o início do ano acadêmico para discentes de Residência, Mestrado, Doutorado e Cursos Técnicos. Com o tema “Formar para Transformar: o futuro do cuidado oncológico no SUS”, o evento destacou a importância de uma formação em saúde comprometida com os direitos dos pacientes. Durante a cerimônia, foi ressaltado como as ações de humanização e o cuidado integral fortalecem a experiência de pacientes e acompanhantes dentro do sistema público de saúde. A participação do INCAvoluntário nesse contexto acadêmico demonstra que a técnica e o ensino caminham lado a lado com o olhar sensível e o apoio social necessários no tratamento oncológico. Boas-vindas aos novos colaboradores Dando continuidade ao ciclo de integração, no dia 10 de março, o auditório Moacyr S. Silva recebeu os novos servidores efetivos, temporários e colaboradores da Fiotec para o evento de Boas-Vindas. O encontro foi uma oportunidade fundamental para fortalecer o espírito de cooperação entre as equipes. A coordenadora de Desenvolvimento Institucional do INCAvoluntário, Bruna Rodrigues, marcou presença para apresentar os projetos desenvolvidos pela área social. Aos novos profissionais, foram expostas as diversas frentes de atuação do voluntariado que visam minimizar os impactos do tratamento, oferecendo suporte que vai além da assistência médica direta, garantindo um ambiente mais acolhedor e colaborativo para todos os que circulam pelo Instituto. Assista à apresentação completa Para os interessados em aprofundar o conhecimento sobre a importância do cuidado humanizado, a apresentação realizada na Aula Magna está disponível na íntegra. A participação específica sobre o tema da humanização começa no tempo [02:02:23]. Confira o vídeo completo no link

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Dia Internacional da Mulher e a força feminina

O dia 8 de março é uma data de celebração, mas também de reconhecimento da trajetória de luta e resistência das mulheres em todas as esferas da sociedade. No Dia Internacional da Mulher, o INCAvoluntário volta seu olhar para as pacientes e para as acompanhantes, que enfrentam os desafios do diagnóstico e do tratamento oncológico com coragem e determinação. No cenário da oncologia, o protagonismo feminino é evidente. De um lado, mulheres que lidam com a superação diária e a reafirmação de sua identidade e autoestima durante o tratamento. De outro, as cuidadoras — mães, filhas e esposas — que representam a grande maioria dos acompanhantes em unidades de saúde. Dados indicam que o cuidado no Brasil tem rosto feminino, e essas mulheres muitas vezes tornam-se o pilar invisível que sustenta a jornada de cura de seus familiares. O INCAvoluntário atua para que tanto as pacientes quanto suas cuidadoras encontrem um porto seguro. Entendemos que o acolhimento humanizado deve contemplar as necessidades específicas de cada mulher, oferecendo desde suporte material até o acolhimento emocional necessário para atravessar momentos de vulnerabilidade. Celebração e acolhimento no Dia Internacional da Mulher Para marcar o Dia Internacional da Mulher, o INCAvoluntário realizou uma programação especial dedicada a homenagear e fortalecer a rede de apoio feminina dentro do Instituto Nacional de Câncer (INCA). O evento promoveu uma série de ações de humanização que transformaram o ambiente hospitalar em um espaço de cuidado e renovação. Durante a programação, as participantes puderam desfrutar de um verdadeiro dia de beleza, com serviços de design de sobrancelhas e um relaxante spa dos pés. Além dos cuidados estéticos, as atividades estimularam a criatividade e a troca de experiências por meio de oficinas de biscuit e de turbantes, proporcionando momentos de leveza e resgate da autoestima para todas as presentes. Neste Dia Internacional da Mulher, o INCAvoluntário sustenta seu compromisso de estar ao lado de cada paciente e acompanhante, garantindo que a solidariedade e o respeito sejam a base de todo o processo de cuidado. Saiba como fazer parte dessa corrente do bem.

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Dia Nacional do Acolhimento do Paciente Oncológico

O calendário oficial da saúde no Brasil agora conta com uma data dedicada a reforçar o suporte humano e a dignidade no tratamento de câncer. Foi sancionada a lei que institui o Dia Nacional do Acolhimento do Paciente Oncológico, a ser celebrado anualmente em 3 de março. A nova legislação tem como objetivo principal conscientizar a sociedade sobre a importância de um olhar integral para quem enfrenta a doença, indo além do cuidado clínico. O acolhimento envolve suporte emocional, psicossocial e a garantia de que o paciente e seus familiares sintam-se amparados durante todas as etapas da jornada terapêutica. A escolha da data estabelece um marco para que instituições de saúde, órgãos públicos e o terceiro setor promovam ações que humanizem o ambiente hospitalar e fortaleçam as redes de apoio em todo o país. Ações de humanização e apoio Para o INCAvoluntário, o acolhimento não se restringe a uma data específica, mas é a base de todas as atividades realizadas ao longo do ano. No entanto, a criação desta lei reforça o compromisso da instituição em oferecer conforto e dignidade aos pacientes do Instituto Nacional de Câncer (INCA). O suporte oferecido por voluntários e pela equipe de assistência é, muitas vezes, o que garante o bem-estar necessário para a continuidade do tratamento. Ouvir quem vivencia o cotidiano da unidade ajuda a dimensionar a importância de políticas e gestos voltados para o acolhimento. Na terça-feira (3), realizamos a entrega de um brinde especial nos ambulatórios das unidades hospitalares em celebração à data. Rita, avó de um paciente pediátrico em tratamento no INCA, foi tomar o famoso “cafezinho” oferecido pelo INCAvoluntário no hospital e acabou recebendo esse carinho. “Meu neto foi acolhido aqui com treze dias de nascido. Desde então, ele só recebeu amor e cuidado, e isso me emociona muito”, conta Rita. “Quando cheguei aqui, estava desnorteada. Uma voluntária se aproximou e perguntou: ‘Você está precisando de alguma coisa?’. Para mim, aquilo foi tudo.” Com a nova lei, o exemplo de instituições dedicadas ao voluntariado e à humanização ganha ainda mais visibilidade, transformando o 3 de março em um símbolo de solidariedade e respeito ao paciente oncológico.

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O cenário das ONGs no Brasil em 2026

Um novo levantamento detalha a realidade e as perspectivas das organizações da sociedade civil no país, trazendo dados fundamentais para o fortalecimento do terceiro setor. O relatório “Panorama das ONGs: capítulo Brasil”, lançado pelo IDIS – Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social em parceria com a CAF (Charities Aid Foundation), revela que, apesar do aumento constante na demanda por serviços, as lideranças das ONGs demonstram otimismo e confiança na capacidade de resposta das instituições. O estudo, que integra o relatório global World Giving Report, destaca que a sustentabilidade financeira permanece como o desafio central para 66% das organizações brasileiras. Para enfrentar essa questão e garantir a continuidade de seus projetos, as ONGs têm apostado estrategicamente na diversificação de receitas, mantendo uma média de 3,9 fontes de financiamento. Os doadores individuais aparecem como a principal origem desses recursos, o que reforça a urgência de fortalecer a cultura de doação em todo o território nacional. Pilares de Resiliência no Terceiro Setor Além do aspecto financeiro, a pesquisa realizada pelo IDIS aponta que a resiliência das ONGs brasileiras depende de seis fatores determinantes: propósito, saúde operacional, evidências de impacto, pessoas e cultura, parcerias e o contexto externo. Embora existam obstáculos claros relacionados ao bem-estar das equipes e ao recrutamento de profissionais qualificados, as lideranças relatam uma forte capacidade de aprendizado e evolução institucional. Outro ponto relevante do estudo é a percepção pública. Para ampliar a legitimidade e atrair novos investimentos, muitas ONGs estão investindo em transparência, tecnologia e em uma comunicação de impacto mais eficiente. O documento também indica que essas instituições são reconhecidas como parceiras estratégicas na execução de políticas públicas e vetores de inovação social, embora ainda busquem ampliar sua representação nos processos decisórios nacionais. Em suma, o cenário para as ONGs no Brasil em 2026 reflete um setor que, mesmo diante de pressões operacionais e desafios de sustentabilidade, busca a profissionalização constante para garantir a entrega de serviços essenciais à população e o fortalecimento da democracia. Contribua com o INCAvoluntário O trabalho realizado pelo INCAvoluntário é fundamental para garantir assistência, suporte e humanização aos pacientes em tratamento no Instituto Nacional de Câncer. Para que as atividades e projetos continuem impactando positivamente centenas de vidas diariamente, o apoio da sociedade é indispensável. Apoie esta causa e ajude a transformar realidades. Clique aqui para realizar sua doação e fortalecer a rede de cuidados e solidariedade aos pacientes oncológicos.

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Lei municipal oficializa a Terapia do Riso em hospitais do Rio

A Lei nº 8.893/2025 estabelece um marco importante para a saúde pública no Rio de Janeiro ao permitir oficialmente a prática da Terapia do Riso e ações de humanização em equipamentos de saúde e casas de convivência. A nova legislação reconhece que o acolhimento lúdico auxilia no bem-estar de pacientes, acompanhantes e profissionais da área, validando o impacto positivo de atividades que buscam suavizar a rotina hospitalar. A importância da humanização no ambiente hospitalar. No INCAvoluntário, essa prática já faz parte do cotidiano por meio de parcerias com grupos de palhaçaria que percorrem as unidades do Instituto Nacional de Câncer. Grupos como Trupe Atrupalhados, Trupe Miolo Mole, Trupe Cabeça Oca, Médicos do Barulho e Sapato Velho são fundamentais nessa engrenagem, transformando corredores e enfermarias com intervenções que vão desde cortejos musicais e peças de teatro até eventos temáticos. Muitas vezes, o trabalho consiste simplesmente em caminhar pelo hospital para despertar sorrisos e oferecer um momento de escuta e leveza a quem enfrenta o tratamento oncológico. Consolidação de uma lei que garante o bem-estar A oficialização por meio da lei municipal garante que a arte e o riso caminhem lado a lado com o atendimento clínico, reforçando que o cuidado com o paciente deve ser integral. O trabalho desses voluntários ajuda a reduzir a ansiedade e fortalece os vínculos entre pacientes e a equipe de saúde, criando um ambiente mais acolhedor. Para o INCAvoluntário, a legislação é uma conquista que valoriza o esforço de todos os parceiros que dedicam tempo e talento para humanizar a assistência hospitalar no município. Seja um parceiro do INCAvoluntário. O fortalecimento das ações de humanização depende da união entre a sociedade e a instituição. Grupos artísticos e empresas que desejam contribuir com o bem-estar dos pacientes do INCA podem atuar junto ao INCAvoluntário em diversas frentes. Saiba como apoiar essa causa estabelecendo uma parceria, entre em contato e entenda como ajudar a transformar a experiência hospitalar.

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Humanização é a nova marca da pediatria do INCA após reforma

O tratamento oncológico infantil é uma jornada de resiliência, mas, a partir de agora, essa caminhada ganha contornos mais leves e coloridos no INCA. Graças à união de doadores e parceiros que transformaram um propósito comum em realidade, o Instituto entrega a reforma completa da área de recreação e do ambulatório pediátrico. A mudança é visível em cada detalhe. Onde antes havia apenas a espera, agora existe o lúdico. A sala de espera foi totalmente renovada, pensada para oferecer conforto desde o primeiro momento. A recreação infantil se tornou um refúgio de alegria, equipada com brinquedos novos, puffs aconchegantes e uma encantadora casa de boneca que promete ser o cenário de muitas histórias. Um espaço para cada fase Entendendo que o cuidado deve respeitar as diferentes idades, a nova área conta com um espaço exclusivo para os adolescentes. Com TV, videogame e mobiliário moderno, o setor oferece aos jovens um ambiente de desconexão da rotina hospitalar, preservando sua identidade e autonomia. A transformação também chegou à área assistencial. A quimioterapia foi completamente modernizada, recebendo novas cadeiras e leitos, além de uma expansão significativa no número de consultórios e no núcleo emergencial, garantindo mais agilidade e conforto técnico para os pacientes e a equipe médica. Vozes que transformam “No INCAvoluntário, acreditamos que cuidar vai muito além do tratamento clínico. Cuidar é olhar para a criança como criança, respeitando sua fase de vida, seus medos, necessidades e sonhos.” — Fernanda Vieira, Gerente-Geral do INCAvoluntário. O Diretor-Geral do INCA, Dr. Roberto Gil, também ressaltou a importância da parceria institucional: “A palavra hoje tem que ser gratidão. Gratidão ao INCAvoluntário, que faz um trabalho espetacular. Quem está nesta instituição há muito tempo, como eu, consegue ver que houve uma profissionalização e um amadurecimento que tornaram possível transformar doações em processos tão importantes como este.” Histórias que inspiram e humanizam Durante o evento de entrega do ambulatório, a madrinha do INCAvoluntário, Daniella Sarahyba, mediou uma mesa com ex-pacientes da pediatria: Mariana e Leonardo (conhecido como Leleco), que compartilharam suas trajetórias de superação. De paciente a médica Mariana, hoje com 30 anos, tratou um sarcoma de Ewing entre os 13 e 15 anos. Ela relembrou que, na época, não queria guardar lembranças do hospital, mas foi justamente ali que descobriu sua vocação. “Foi impossível não me inspirar nos profissionais incríveis que cuidaram de mim”, diz ela, que hoje é médica anestesista. “Meu tratamento foi muito mais do que quimioterapia; teve amor e acolhimento como base.” Superação através do esporte Leonardo, o Leleco, enfrentou um sarcoma no joelho aos 15 anos e precisou amputar uma das pernas. O jovem, que sonhava ser lutador de UFC, não deixou o diagnóstico interromper seus planos: hoje é professor de jiu-jitsu para mais de 70 crianças. Ele reforçou como a humanização promovida pelo INCAvoluntário foi vital: “Na salinha dos voluntários, a gente podia esquecer que estava fazendo um tratamento; não éramos resumidos apenas à doença.” Criança em Primeiro Lugar Uma criança é criança em primeiro lugar, antes de qualquer diagnóstico. O tratamento passa, mas a infância deve ser preservada. O novo espaço pediátrico do INCA é um lembrete diário para que, mesmo diante dos maiores desafios, a alegria e o cuidado podem — e devem — caminhar juntos. Este sonho sonhado junto agora pertence a cada pequeno guerreiro que passar por estas portas. Antes e Depois: A Força da Mudança

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Dia Mundial do Câncer

Com 781 mil novos casos estimados, união é o caminho para o cuidado ODia Mundial do Câncer, debatido no dia 4 de fevereiro, ganhou uma urgência ainda maior em 2026. Com a estimativa do INCA de que o Brasil registre781 mil novos casos da doença a cada ano nos próximos três anos, a data se consolida como um chamado à ação. Sob o tema “Unidos pelo Único”, a mobilização global deste ano reforça que a equidade no tratamento e a força da rede de apoio são pilares tão fundamentais para a cura quanto o próprio diagnóstico precoce. O cenário da doença para os próximos anos Os novos dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) revelam um desafio crescente para a saúde pública. Entre os tumores com maior incidência no Brasil, o câncer de pele não melanoma segue na liderança, acompanhado de perto pelos cânceres de mama e próstata. No entanto, o aumento de casos de câncer de cólon e reto acende um alerta sobre a importância de hábitos de vida saudáveis e do acompanhamento médico constante. Veja o evento do INCA sobre o Dia Mundial do Câncer 2026 A importância da rede de apoio no Dia Mundial do Câncer Nesta edição do Dia Mundial do Câncer, o foco está em reduzir as desigualdades que impedem muitos pacientes de acessar o tratamento adequado. No INCAvoluntário, entendemos que, como área social do Instituto, o acolhimento está inteiramente ligado a esse propósito. Enquanto a medicina cuida do corpo, o voluntariado cuida do social e do bem-estar de quem está em tratamento. “A prevenção e o tratamento avançam com a tecnologia, mas o suporte humano é o que sustenta o paciente nas etapas mais difíceis”, ressalta a Coordenadora de Desenvolvimento Institucional do INCAvoluntário, Bruna Rodrigues. Como agir diante dessa estimativa? Para que as estatísticas dos próximos anos comecem a recuar, a conscientização precisa se transformar em atitude prática. O combate à doença passa por três frentes essenciais: O combate ao câncer é uma jornada coletiva. Neste 4 de fevereiro, utilize a informação como ferramenta de prevenção e a solidariedade como ponte para a esperança. 

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Janeiro Branco

O cuidado de quem cuida como pilar da saúde integral no Terceiro Setor O mês de janeiro abre o calendário anual com uma provocação necessária. “Quem cuida da mente, cuida da vida”. Criada para conscientizar sobre a saúde mental, a campanha Janeiro Branco ganha contornos ainda mais urgentes em 2026. Para o terceiro setor, e especificamente para instituições que atuam na linha de frente do combate ao câncer, o tema deixa de ser apenas uma reflexão e passa a ser uma estratégia de sobrevivência e eficiência social. Janeiro Branco coloca Brasil diante do espelho Segundo dados consolidados do Ministério da Saúde e do Ministério da Previdência Social, o Brasil vive uma crise silenciosa. Em 2024, o país registrou um aumento de 68% nos afastamentos trabalhistas por transtornos mentais e comportamentais. Com cerca de 9,3% da população sofrendo de ansiedade, o Brasil lidera o ranking mundial da OMS nesse quesito. No contexto das Doenças Não Transmissíveis (DNTs), como o câncer, a saúde mental é um divisor de águas. Estudos indicam que o bem-estar emocional do paciente influencia diretamente na adesão ao tratamento e na qualidade de vida. No entanto, o Janeiro Branco 2026 traz um novo holofote: a saúde mental dos profissionais e voluntários que sustentam essa rede de apoio. O sesafio no Terceiro Setor Trabalhar em ONGs e instituições de apoio à saúde exige um alto nível de entrega emocional. O fenômeno do burnout (esgotamento profissional) tem sido uma preocupação crescente. Pesquisas recentes indicam que mais de 50% dos colaboradores do terceiro setor relatam preocupação constante com sua saúde mental, citando a sobrecarga de demandas e a carga emocional do acolhimento como principais fatores de estresse. Para o INCAvoluntário, onde o contato com a vulnerabilidade é diário, promover a saúde mental é garantir que a “corrente do bem” não se rompa. Não é possível oferecer acolhimento de qualidade se quem acolhe está exausto. O cuidado com o colaborador é o que garante a sustentabilidade da missão proposta pela instituição. Tendências para 2026. Do bem-estar à Legislação A conscientização agora vem acompanhada de obrigatoriedade. A atualização da Norma Regulamentadora 1 (NR-1) estabelece que, até maio de 2026, as organizações devem implementar mecanismos para identificar e mitigar riscos psicossociais no ambiente de trabalho. Isso inclui: Saúde mental é saúde integral A visão moderna de saúde, defendida pelo Ministério da Saúde, é a da integralidade. Isso significa entender que o corpo e a mente não funcionam em compartimentos isolados. No tratamento oncológico, o apoio emocional é parte do protocolo de cura. Neste Janeiro Branco, o INCAvoluntário reitera seu compromisso com os pacientes, familiares e com cada coração que dedica seu tempo a transformar vidas. Afinal, para mudar o mundo lá fora, é preciso primeiro estar em paz com o mundo aqui dentro.

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Rolar para cima